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Santuário online celebra River Raid

Você é responsável por aquilo que cativa. A frase, pinçada do livro “O Pequeno Príncipe”, cabe como uma luva no River Raid, joguinho que fez a fama dos consoles Atari na virada para a década de 80.
Um desses cativados, Kay Altos, criou na internet um verdadeiro altar para o culto ao game. Em RiverRaid.org, curiosos [...]

mesma emoção do velho Atari

Em 2D, no PC: mesma emoção do velho Atari

Você é responsável por aquilo que cativa. A frase, pinçada do livro “O Pequeno Príncipe”, cabe como uma luva no River Raid, joguinho que fez a fama dos consoles Atari na virada para a década de 80.

Um desses cativados, Kay Altos, criou na internet um verdadeiro altar para o culto ao game. Em RiverRaid.org, curiosos e entusiastas do retrogaming podem matar a saudade com uma das várias versões do jogo. Algumas delas podem ser jogadas online.

A história da criação do jogo também está lá. Só quem é fã vai saber, por exemplo, que River Raid é obra de uma mulher – Carol Shaw -, coisa rara no mundo dos games. Carol foi uma dos dissidentes da Atari que decidiram fundar a Activision, selo pelo qual o game saiu às ruas.

onde tudo começou

Versão Atari: onde tudo começou

O mais bacana é que se pode baixar versões atuais de River, em 2D e 3D, para jogar no PC com Windows. Versão Zero gastou bons minutos na 2D e garante: a emoção é a mesma do Atari, só que com gráficos e som bastante melhorados. Pena, pena mesmo, não ter sido possível usar joystick. Já a versão 3D não gostou da nossa placa gráfica Radeon 9000 e se recusou a funcionar.

O jogo disponível gratuitamente é, na verdade, um tira-gosto. A licença para a versão completa pode ser comprada online por 14,95 dólares. Para matar a saudade, vale a pena.

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Comentários
daniel diz:
22 de September de 2008 às 11:40

Curioso como em tempos de gráficos e jogabilidade com tantas possibilidades as pessoas ainda mostram interesse pelos clássicos. E não devem ser poucas pessoas. Prova disso são os lançamentos da Capcom: uma versão de Megaman com os gráficos e jogabilidade dos consoles 8 bits (a embalagem, aliás, é imitação de um cartucho de Nintendo) e um Street Fighter 2 com a mesma mecânica e jogabilidade mas novos gráficos. Podiam refazer o Hero, do Atari…

Robinson diz:
22 de September de 2008 às 12:29

Já vi gente dizendo que essa onda retrô se deve à mudança do perfil do gamer: é que os moleques dos anos 80 são os quarentões endinheirados de 2010 – que continuam jogando…

 
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