Notebook para professor? O mercado já tem

Enquanto o programa Computador Portátil para Professores não sai do papel (ou do site, como queiram), o próprio mercado se encarrega de facilitar as coisas para quem cobiça um notebook.
Um excelente exemplo é a oferta atual da Dell: um notebook Inspiron 1525 completo, que pode ser pago em 12 parcelas de 134 reais, mais frete [...]

para o professor que não quer esperar pelo governo

Inspiron 1525: para o professor que não quer esperar pelo programa de inclusão digital do governo

Enquanto o programa Computador Portátil para Professores não sai do papel (ou do site, como queiram), o próprio mercado se encarrega de facilitar as coisas para quem cobiça um notebook.

Um excelente exemplo é a oferta atual da Dell: um notebook Inspiron 1525 completo, que pode ser pago em 12 parcelas de 134 reais, mais frete (o preço à vista é 1.599 reais).

O programa do governo prevê a oferta de modelos de 1.000 reais – que, financiados a taxas de até 1,8% ao mês, custariam na verdade 1.240 reais.

Sem contar a configuração – que, no caso dos micros do governo, é bem mais modesta. Para participar do programa, basta que o fabricante ofereça um PC com chip Celeron, 512 MB de memória, disco rigido de 40 GB e drive Combo (que lê DVD e grava CD).

O micro da Dell tem chip Celeron, mas também vem com 1 GB de RAM, disco de 80 GB e gravador de DVD e CD. E ainda tem o mimo de permitir a cor da tampa entre 12 opções disponíveis.

Isso sem falar nas ofertas dos hipermercados, onde vez ou outra pipocam notebooks completos por menos de 1.200 reais.

Moral da história: esperar para que?

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Em São Paulo, boas notas podem valem dinheiro

Então você pensava que a idéia de melhorar a educação por meio da distribuição de dinheiro estava restrita a Portugal. Cara leitora, caro leitor, devo dizer que não. São Paulo e o Brasil estão fazendo a sua parte.
Leia mais sobre prêmios em educação
>> Portugal premia melhor aluno com dinheiro
Neste momento o governo do Estado de [...]

"E ai, sócio, passou de ano?"

Então você pensava que a idéia de melhorar a educação por meio da distribuição de dinheiro estava restrita a Portugal. Cara leitora, caro leitor, devo dizer que não. São Paulo e o Brasil estão fazendo a sua parte.

Leia mais sobre prêmios em educação

>> Portugal premia melhor aluno com dinheiro

Neste momento o governo do Estado de São Paulo aguarda a apreciação, pela Assembléia Legislativa, de um projeto de lei que estabelece bônus para os professores, de acordo com as notas obtidas pelos alunos.

O projeto de lei define que a meta a ser atingida ou superada será dada por escola. O cálculo do bônus individual, no entanto, levará em conta o número de faltas do professor. Quanto maior o número de faltas, menor o bônus.

Segundo simulações feitas pela Secretaria da Educação, um professor com salário mensal de 1.600 reais (cerca de 1.000 dólares) poderá receber, no fim do ano, 960 reais de bônus, caso tenha 50% de faltas e a escola tenha alcançado 50% da meta.

Em outro cenário, se a escola superar a meta em 20% e o professor não tiver faltado um só dia, receberá no fim do ano bônus de 4.608 reais.

Se São Paulo quer premiar o professor com base nas notas dos alunos, o Governo Federal tem pensado em distribuir dinheiro diretamente aos alunos. Desde o ano passado tem-se discutido, dentro do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a idéia de dar um prêmio, estimado em 204 reais, a quem passe de ano, da 5.a à 8.a séries (6.o ao 9.o anos).

Claro que ninguém será louco de recusar dinheiro. Mas vale repetir a pergunta: que valores a escola busca estimular com tais iniciativas?

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