Saraiva vende LPs: será a volta do vinil?

Essa ninguém contou; o Versão Zero viu. Dois LPs, novinhos em folha, repousavam na vitrine da loja Saraiva do Shopping Anália Franco, em São Paulo.
Um dos discos é uma edição especial em comemoração ao aniversário de Michael Jackson, que hoje completa 50 anos. O outro, o “Viva La Vida”, do Coldplay.
O preço? Pouco menos de [...]

volta dos LPs ao Brasil?

Vinil do Coldplay: volta dos LPs ao Brasil?

Essa ninguém contou; o Versão Zero viu. Dois LPs, novinhos em folha, repousavam na vitrine da loja Saraiva do Shopping Anália Franco, em São Paulo.

Um dos discos é uma edição especial em comemoração ao aniversário de Michael Jackson, que hoje completa 50 anos. O outro, o “Viva La Vida”, do Coldplay.

O preço? Pouco menos de 80 reais. Considerando que são importados, não é muito. O mais importante é o reconhecimento de que o Brasil tem, sim, seus fãs de vinil.

Agora só falta a Sony lançar seu toca-discos PS-LX300 USB. Na Amazon.com, a peça está à venda por menos de 110 dólares. Por aqui, só no Mercado Livre, por pelo menos 700 reais.

Já é hora de os audiófilos serem tratados com mais distinção…

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Teste Retrô: Sinclair ZX81 (1981)

Mais uma peça para o acervo do Versão Zero: o microcomputador ZX81, da inglesa Sinclair – considerado por muitos como o primeiro micro realmente popular.
O ZX81 começou a ser vendido em março de 1981. Era um computador de uso doméstico, para usar ligado à televisão. Para guardar programas, era preciso um gravador, fita cassete, sorte [...]

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Mais uma peça para o acervo do Versão Zero: o microcomputador ZX81, da inglesa Sinclair – considerado por muitos como o primeiro micro realmente popular.

O ZX81 começou a ser vendido em março de 1981. Era um computador de uso doméstico, para usar ligado à televisão. Para guardar programas, era preciso um gravador, fita cassete, sorte e paciência.

Mais importante foi seu uso: muitos começaram na computação pelas portas da Sinclair. De fato, estima-se que a produção total desse micrinho tenha ultrapassado 1 milhão de unidades.

Dadas as características da máquina, é de se espantar que tenha cativado tanta gente. Confira: processador Z80A de 3,5 MHz, 1 kbyte de memória principal, teclado de membrana, ausência de som…

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Bizarro, não é? Pois a mágica estava justamente na simplicidade. Com o pouco que havia, era preciso fazer milagres. E, da linguagem Basic, acesssível pelo teclado pré-programado, o entusiasta saltava logo para a linguagem de máquina, formada por longas seqüências de números na base hexadecimal.

Os mais engajados podiam encomendar seu micro desmontado. Até há pouco tempo, uma empresa de Nova York, a Zebra Systems, ainda vendia kits do ZX81 para hobistas. E, acredite, houve quem criasse impressora, expansões e até leitor de disquetes para o micrinho.

Usar o ZX81 hoje é uma experiência e tanto. O desafio começa pela sintonia da TV. O manual diz que o canal correto é o 36 UHF, mas só consegui ver a imagem no 35. Também tive que providenciar um novo cabo, já que o original não se encaixa em nossas TVs. E, claro, um conversor AC/DC, pois o original só opera em 220 V.

Programação na TV

A imagem, que já era sofrível em 1981, continua ruim. Não é por acaso que a internet está cheia de esquemas para adaptar um conector AV (vídeo composto) ao ZX81.

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Ainda sobre a tela, a capacidade máxima é de 24 linhas por 32 colunas, em 2 cores – preto e branco. No modo gráfico, a resolução é de 64 x 44 pixels – que, na TV, parecem tijolos. As duas últimas linhas são reservadas para digitação de comandos, mensagens de erro e entrada de dados.

Comparado ao que existe hoje, o ZX81 parece mais uma calculadora programável. Peso de calculadora ele tem: com pouco mais de 300 gramas e com um gabinete de 16,5 cm x 17,5 cm, o ZX81 cabe fácil na bolsa ou na mochila.

No Brasil, o ZX81 teve diversos clones, fabricados durante o período da reserva de mercado de informática. Os principais “representantes” locais foram Microdigital e Prológica. Foi uma época de desafios, mas também de sonhos – realizados, muitas vezes, pelo teclado de um ZX81-compatível.

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Sinclair ZX81
Linguagem Sinclair Basic
Processador Z80A (3,5 Mhz)
Memória 1 kbyte RAM (8 kbytes de ROM)
Vídeo TV (canal 36 UHF)
Teclado 40 teclas, formato de membrana
Armazenamento Gravador cassete
Cores Duas (Preto e branco)
Som Não
Preço (1981) 55 libras (kit), 70 libras (montado)

Fontes: Old-Computers.com, ZX81 Home Page, Erik Klein’s Vintage Computers, Clube do TK90X

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Plugme: livros para baixar em MP3

A Saraiva já tentou, sem sucesso, oferecer filmes via download. Mas uma nova tentativa de venda virtual pode estar a caminho.
A mesma livraria já deu início, em regime de pré-venda, a oferta de audiolivros da editora Plugme. A novidade, que já tinha sido antecipada à imprensa em junho, chega inicialmente na forma de CDs. Mas [...]

no catálogo de audiolivros da Plugme

Maitê Proença: no catálogo da Plugme

A Saraiva já tentou, sem sucesso, oferecer filmes via download. Mas uma nova tentativa de venda virtual pode estar a caminho.

A mesma livraria já deu início, em regime de pré-venda, a oferta de audiolivros da editora Plugme. A novidade, que já tinha sido antecipada à imprensa em junho, chega inicialmente na forma de CDs. Mas alguns títulos também serão oferecidos em formato MP3, para ouvir diretamente no seu tocador de mídia preferido. A entrega começa 1.o de setembro.

A Plugme, que é ligada à Ediouro, sugere preços entre 24,90 e 29,90 reais para os títulos em CD, e entre 14,90 e 19,90 para os títulos em MP3. Bem que a diferença de preços entre o áudio e o livro poderia ser mais significativa. O CD de “Quando Nietszche chorou”, de Irvin Yalon, sai por 23,80 reais. Em papel, custa 28,70.

Os audiolivros não são simplesmente o livro ditado. Na verdade, o texto é adaptado para que possa ser narrado em até oito horas. Muitos são interpretados por atores conhecidos ou, em alguns casos, pelo próprio autor – caso da biografia de Tim Maia, escrita e narrada por Nelson Motta, ou dos livros da Maitê Proença.

Sorte dos estrangeiros que precisam aprender o português. E dos que perdem horas nos engarrafamentos e nos ônibus de São Paulo…

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Relógio LCD mostra hora aproximada

O pessoal da design house Tokyoflash não descansará enquanto não inventar o relógio definitivo.
A tentativa da vez é o Rogue, cujo mostrador LCD combina segmentos de círculos concêntricos apenas para mostrar as horas.
Quer aprender a ler as horas no Rogue? Simples! O aro externo, formado por pequenos traços, marca os minutos com precisão. O anel [...]

blocos circulares para ver as horas

Rogue: blocos circulares para ver as horas

O pessoal da design house Tokyoflash não descansará enquanto não inventar o relógio definitivo.

A tentativa da vez é o Rogue, cujo mostrador LCD combina segmentos de círculos concêntricos apenas para mostrar as horas.

Quer aprender a ler as horas no Rogue? Simples! O aro externo, formado por pequenos traços, marca os minutos com precisão. O anel dos grandes blocos representa uma aproximação dos minutos – a área não preenchida mostra o intervalo dentro do qual está o minuto preciso. E o anel interno de blocos representa a hora – o bloco faltante apontará a hora certa.

Na foto acima, por exemplo, o Rogue marca qualquer coisa entre 1h15 e 1h20, e sei que é AM por causa do fino semicírculo à esquerda…

O Rogue está disponível nas cores preto e prata, sempre com mostrador verde. Custa 164 dólares e o frete é grátis. Duvido que não impressione até o menos geek dos amigos.

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Celular com TV da STI chega às lojas

O Samsung V820L já não é o único celular com TV digital do Brasil. Já começou a ser vendido o CelTV, da Semp Toshiba – que também vem com o recurso de assistir à TV sem pagar nada a mais por isso.
Dizer “já”, no caso, é força de expressão, porque o CelTV – que era [...]

chegou, finalmente

CelTV: chegou, finalmente

O Samsung V820L já não é o único celular com TV digital do Brasil. Já começou a ser vendido o CelTV, da Semp Toshiba – que também vem com o recurso de assistir à TV sem pagar nada a mais por isso.

Dizer “já”, no caso, é força de expressão, porque o CelTV – que era conhecido até agora pelo nome CTV41 – havia sido prometido desde abril. Mas só ontem os jornais estamparam seus grandes anúncios, ofertando o produto por 899 reais.

E o que é que o CelTV, ou CTV41, tem? Bem, que sintoniza TV digital, já sabemos. E, como se espera, ele toca MP3, tira fotos (com um sensor de 2 megapixels), grava vídeos, tem Bluetooth e aceita cartões de memória de até 2 gigas. E fala…

Ah: sua tela, de 2,2 polegadas (só?) é do tipo sensível ao toque – ou seja, serve tanto para ver a TV como para “discar” o número de telefone.

Leia mais sobre celulares com TV

>> Testamos o celular Samsung V820L com TV

>> Foston sintoniza TV analógica

O CelTV é vendido para uso com a rede da operadora Vivo. Em São Paulo, pode ser encontrado nas lojas da Vivo e do hipermercado Extra. O preço de 899 reais é válido para os planos Vivo Pré.

Atualização: a loja virtual da Vivo para São Paulo informa que o preço do CelTV, no plano pós-pago, pode chegar a 629 reais 299 reais. E sim, a freqüência do aparelho é de 850/1800/1900 MHz, ou seja, é para a rede Vivo, e não vai funcionar em redes GSM de 900 MHz.

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Serviço facilita busca por SAC

Quer reclamar ou se informar sobre um produto ou serviço e não sabe onde? Bem, você sempre poderá buscar os dados do seu fornecedor no Google e torcer para achar a resposta… Ou usar o Busca SAC, um banco de dados gratuito com milhares de informações de contato dos famosos Serviços de Atendimento ao Cliente, [...]

banco de dados pago com anúncios

BuscaSAC: banco de dados pago com anúncios

Quer reclamar ou se informar sobre um produto ou serviço e não sabe onde? Bem, você sempre poderá buscar os dados do seu fornecedor no Google e torcer para achar a resposta… Ou usar o Busca SAC, um banco de dados gratuito com milhares de informações de contato dos famosos Serviços de Atendimento ao Cliente, ou SAC, de todo o Brasil.

No Busca SAC, a pesquisa pode ser feita pelo nome do fabricante ou do produto, todo ou em parte. Em segundos, a tela trará uma listagem com os dados essenciais – telefone, e-mail, página web – das empresas que “combinaram” com seu argumento de busca. Simples, não?

Mas não vá pensar que tem um grupo de pessoas trabalhando de graça para você, só para cadastrar todos os SACs do Brasil: é responsabilidade de cada empresa manter seus dados atualizados. O negócio da Busca SAC é justamente explorar a conexão entre consumidores e empresas, veiculando anúncios e campanhas publicitárias.

Último detalhe: o Busca SAC é um serviço nacional, porém seu endereço não tem “.br”.

Em resumo, vale conferir…

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Notebook: cada vez mais perto de R$ 1.000

Até parece Olimpíada. Tão logo descobrimos que um notebook baixou de preço, definindo um recorde para a categoria, vem outro fabricante ou loja e crava um novo recorde.
Essa conversa começou com a iniciativa governamental de financiar notebooks de 1.000 reais para os professores. Desde então, o Versão Zero acompanha com atenção as ofertas do mercado.
A [...]

Agora chegamos aos 1.200 reais

Agora chegamos aos 1.200 reais

Até parece Olimpíada. Tão logo descobrimos que um notebook baixou de preço, definindo um recorde para a categoria, vem outro fabricante ou loja e crava um novo recorde.

Essa conversa começou com a iniciativa governamental de financiar notebooks de 1.000 reais para os professores. Desde então, o Versão Zero acompanha com atenção as ofertas do mercado.

A pechincha da vez é um notebook Mirax, que hoje está à venda por 1.199 reais no hipermercado Extra. Ou seja, você leva 12 notas de 100 reais e traz para casa uma máquina com:

  • Processador Celeron de 1,86 GHz
  • 1 giga de memória RAM
  • HD de 80 gigas
  • drive que lê e grava CD e DVD
  • webcam integrada de 1,3 megapixel
  • leitor de cartões de memória embutido
  • tela de 14 polegadas, widescreen
  • sistema Windows Vista Starter Edition
  • E todas as conexões de praxe (USB, 1394, rede, modem, wireless e até S-Video, para conectar seu note à TV)

É verdade que o peso do produto (1,9 kg, sem a bateria) não o coloca na categoria leve. E que o Windows Vista Starter Edition pode não agradar a todos. Mas é bom ver que a cada dia os notes se tornam mais acessíveis!

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Teste Retrô: TRS-80 Model 100 (1983)

Depois de uma bem sucedida negociação no eBay, o editor deste blog pôs as mãos em um aparelho há muito cobiçado: um TRS-80 Model 100.
O Model 100 é um micrinho que fez história por duas razões: foi o primeiro notebook de sucesso (seria, na verdade, o segundo; o primeiro lugar, pela cronologia, é do desconhecido [...]

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Depois de uma bem sucedida negociação no eBay, o editor deste blog pôs as mãos em um aparelho há muito cobiçado: um TRS-80 Model 100.

O Model 100 é um micrinho que fez história por duas razões: foi o primeiro notebook de sucesso (seria, na verdade, o segundo; o primeiro lugar, pela cronologia, é do desconhecido Epson HX-20) e teve seus programas internos feitos por ninguém menos que Bill Gates.

Diz a lenda que o Model 100 fez sucesso principalmente entre jornalistas. Era fácil ver alguém teclando num Model 100 durante as Olimpíadas de 1984, em Los Angeles. Em entrevista ao Museu Natural de História Americana, Gates disse que mesmo em 1993 ainda se podia ver alguns jornalistas usando o aparelhinho.

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8 kbytes por 600 dólares

Para quem não sabe, TRS é a sigla para Tandy Radio Shack. A Radio Shack é uma cadeia de lojas de aparelhos e peças eletrônicas que foi fundada em 1921. Em 1963, Charles Tandy encontrou a rede quase falida e a transformou novamente em um negócio lucrativo.

Em 1977, a empresa decidiu entrar no ramo de computadores pessoais. Nascia assim a linha TRS-80. O Model 100 é parte dessa dinastia. Foi lançado nos EUA em 1983 – há exatos 25 anos, portanto – por preços a partir de 599 dólares (base do modelo com 8 kbytes de RAM).

Você leu certo: 8 kbytes. O modelo que adquiri tem 24 kbytes, espaço insuficiente para um documento Word vazio. Mesmo assim, o micrinho é valente. Traz um interpretador Basic e quatro aplicativos (um editor de texto, agenda de endereços, agenda de compromissos e um programa de comunicação). Havia ainda um modelo com 32 kbytes, à venda, no lançamento, por 1.134 dólares.

Meu radinho de pilha

O melhor é que o micro funciona por horas apenas com 4 pilhas AA. Sua autonomia é de dar inveja a qualquer notebook: dá para usá-lo de 16 a 20 horas sem trocar as pilhas. Um LED vermelho do lado da tela avisa quando elas começam a ficar fracas.

A tela LCD tem 8 linhas de 40 caracteres e um botão para ajustar sua intensidade. Não há iluminação. Do lado direito ficam a chavinha liga-desliga e a entrada para o adaptador de tomada de 6 volts. Do esquerdo, os botões de controle do modem embutido (sim, ele tem modem de 300 bps!) e um leitor de código de barras.

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Para que um leitor desses?, você pode perguntar. Segundo a história contada por Gates na entrevista ao museu americano , a japonesa Kyocera – que foi quem projetou este micro – e a Microsoft acreditavam que software poderia ser vendido na forma de cartões com código de barras. O fundador da Microsoft disse que a programação da ROM do Model 100 marcou a última vez em que ele realmente botou a mão na massa.

Tecladão de verdade

No uso, o Model 100 é surpreendente. Esqueça a ergonomia: para enxergar a tela enquanto digita, vai ter que se curvar. Mas o teclado, em tamanho natural, é robusto e suave. Teclas de cursor e de edição permitem o hoje banal Copiar, Colar, Cortar. Mas imagine isso em 1983…

Nos cálculos, o desempenho do processador 80C85 de 8 bits e 2,4 MHz (de novo, você leu certo: megahertz) não decepciona. Escrevi um programa de cálculo de fatorial e o resultado vem na hora.

Um dos testes consistiu em calcular a “área sob a curva” da função f(x)=1/x, no intervalo entre 1 e 100. Isso equivale a encontrar a melhor aproximação da integral numérica dessa função, no intervalo dado. Usamos, para tanto, o método dos trapézios. O resultado? A aproximação com 100 trapézios levou 8 segundos; com 1000 trapézios, 1m22s; com 10000 trapézios, 14m. O tempo foi praticamente a metade do que levou outro micro de 8 bits, o Microdigital TK85 (cujo teste você pode conferir aqui).

Meu próximo passo é escrever um programa para resolução de matrizes baseado no Método de Gauss – aí, talvez, o micrinho peça água.

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Infelizmente este Model 100 não veio com os manuais. Mas não tem problema: muitos deles já foram escaneados e podem ser baixados do Club 100, site que reúne donos e fãs do Model 100. Mas, para o Versão Zero, basta a história: o Model 100 tem tudo para ser nossa maior aquisição.

(O Versão Zero agradece ao site Obsolete Technology pelas informações de época.)

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Wozniak, o homem e a lenda

Imaginem a situação. Você é um jornalista de tecnologia e está na Califórnia, cobrindo um fórum patrocinado pela maior empresa de chips do mundo. E pela manhã, no caminho do hotel para o evento, você esbarra na rua com ninguém menos que Steve Wozniak, co-fundador da Apple e inventor do microcomputador Apple II, que teve [...]

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Imaginem a situação. Você é um jornalista de tecnologia e está na Califórnia, cobrindo um fórum patrocinado pela maior empresa de chips do mundo. E pela manhã, no caminho do hotel para o evento, você esbarra na rua com ninguém menos que Steve Wozniak, co-fundador da Apple e inventor do microcomputador Apple II, que teve muitos clones no Brasil.

Foi o que aconteceu com o amigo Mario Nagano, editor de testes do blog Zumo, que puxou uma conversa com Woz, como o chamam. (Sinceramente, fosse eu a encontrá-lo, talvez só conseguisse balbuciar um “obrigado”…) Desse rápido bate-papo saiu uma foto. Que me inspirou a deixar um longo comentário. Que depois decidi copiar e colar também aqui. E que segue abaixo.

Steve Wozniak é um nome que remete a muitas coisas. Geralmente lemos sobre ele nas notas de rodapé. Uma dessas notas dizia que ele usava a própria garagem para ensinar matemática às crianças do bairro – usando, claro, Macs. Coisa que pensei que um dia, também, pudesse fazer.

Mas fazer uma segunda faculdade por 5 anos – coisa que de fato fiz – é fácil. Ser Wozniak é outra história. E agora ele está aí, numa foto ao lado de um cara que conheço e sei que existe, usando uma camiseta pólo esgarçada, com muitos quilos a mais – fruto da dieta especial do país mais rico do mundo -, usando um veículo (um patinete Segway) que, fosse na barbárie paulistana, lhe daria não alegrias, mas muitas fraturas.

Steve Wozniak sempre foi, para mim, uma lenda. Agora, ao lado do Nagano, sei que ele existe, mas já não me importa. Ainda o imagino abrindo a garagem numa dessas manhãs geladas da Califórnia, capuccino na mão, ligando os computadores e esperando que venham as crianças. É o Mágico de Woz. É neste em que acredito. Longa vida a Woz!


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Eleições 2008: ficha dos candidatos cai na rede

Eleições parecem todas iguais: um desfile de desconhecidos implorando por seu voto. Bem, eles não precisam ser assim tão desconhecidos. Basta que você acesse este site do Tribunal Superior Eleitoral.
Lá você vai encontrar um portal de divulgação dos registros de candidaturas para todas as prefeituras e câmaras municipais do Brasil. Vai ficar sabendo que há [...]

Clique e conheça seu candidato

Clique e conheça melhor seu candidato!

Eleições parecem todas iguais: um desfile de desconhecidos implorando por seu voto. Bem, eles não precisam ser assim tão desconhecidos. Basta que você acesse este site do Tribunal Superior Eleitoral.

Lá você vai encontrar um portal de divulgação dos registros de candidaturas para todas as prefeituras e câmaras municipais do Brasil. Vai ficar sabendo que há 14.777 candidatos a prefeito e 338.054 candidatos a vereador.

E mais: além da ficha de cada candidato, o eleitor poderá conferir sua relação de bens. E, nas candidaturas a prefeito, terá acesso à ficha dos vice-prefeitos, dos quais geralmente só sabemos o primeiro nome e olhe lá.

O Versão Zero acredita que a democracia deve ser vivida diariamente e não de dois em dois anos, como parece ocorrer no Brasil. De qualquer modo, é nosso dever explorar os recursos que o sistema permite. Mãos ao mouse!

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