Microsoft, de olho na Web semântica

A Web semântica está na boca do povo. Ontem a Microsoft anunciou um acordo para a compra da Powerset, uma pequena empresa com foco nessa que é uma das tecnologias-chave da Web 3.0.
Conversas sobre a Web semântica são antigas. Em um artigo publicado em 2001 pela revista “Scientific American”, o físico Tim Berners-Lee já havia explicado o [...]

A Web semântica está na boca do povo. Ontem a Microsoft anunciou um acordo para a compra da Powerset, uma pequena empresa com foco nessa que é uma das tecnologias-chave da Web 3.0.

Tim Berners-LeeConversas sobre a Web semântica são antigas. Em um artigo publicado em 2001 pela revista “Scientific American”, o físico Tim Berners-Lee já havia explicado o que esperava da Web semântica – uma forma de publicação na internet cujo conteúdo fosse possível de ser “entendido” por computadores.

A diferença é importante porque, da forma que é feita hoje, a Web só pode ser perfeitamente compreendida por pessoas, já que a base de seu conteúdo é texto puro.

Embora já existam tecnologias poderosas para indexar e recuperar esse conteúdo (e o Google é um bom exemplo disso), a Web semântica promete agregar “significado” a essas informações, por meio da utilização de uma codificação mais rígida.

Essa codificação implica no uso de uma forma estruturada de descrever informações e em regras de inferência que descrevem as relações entre essas informações, e que são capazes de conduzir o processo de busca com mais precisão.

Como resultado, haverá respostas mais corretas e orientadas; nada parecido com o saco-de-gatos que se recebe depois de uma pesquisa no Google atual.

 

Garantia de procedência

Além das regras de inferência, que podem ajudar a separar “zip code” de “zip disk” ou “compactador zip”, a Web semântica terá algum tipo de assinatura digital – sua função será assegurar a fonte daquilo que se lê, separando o joio do trigo e reduzindo a possibilidade de recebermos informação adulterada.

E tudo isso poderá ser utilizado não apenas por pessoas, mas por máquinas. Pequenos programas, chamados agentes, poderão condensar as informações da Web 3.0 de forma útil e com muito mais confiabilidade que a Web atual.

Com o apoio das tais regras de inferência, esses agentes poderão desencadear outras ações – como, por exemplo, um pedido de reserva de vôo que dispara um pagamento com cartão de crédito que dispara um lançamento contábil, e que dispara o reagendamento de uma consulta ao dentista, por causa do horário do vôo. Tudo ao mesmo tempo.

Claro que se pode imaginar também um cenário reverso, em que alguém com privilégios suficientes possa, a partir de seu CPF, descobrir se você comprou lingeries de tamanho diferente do da sua esposa. Mas isso é outra história que, me garantem, não vai sair dos filmes de ficção científica.

Pode-se ver, de qualquer modo, que a marca do sistema operacional e da base de dados vai se tornar mais irrelevante do que é hoje. Não surpreende, portanto, que a Microsoft tenha interesse em marcar presença nesse terreno.

Em seu blog corporativo, a Powerset afirma que a empresa vai continuar no mesmo prédio (em São Francisco, Califórnia), fazendo as mesmas coisas e contratando mais gente. Mas, agora, com o apoio da Microsoft.

Não é pouca coisa. Mas resultados, mesmo, só com o tempo…

 

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Relógios de pulso acusam roubo e bebedeira

Já que encontramos bafômetros em GPS e celulares, por que não produzir um bafômetro de pulso? Bem, os chineses – sempre eles – já pensaram nisso. E criaram o Alcowatch, um relógio digital com bafômetro embutido (foto acima).
O Alcowatch não é exatamente novidade – ele está por aí desde 2006. Mas o Security Watch, da [...]

Já que encontramos bafômetros em GPS e celulares, por que não produzir um bafômetro de pulso? Bem, os chineses – sempre eles – já pensaram nisso. E criaram o Alcowatch, um relógio digital com bafômetro embutido (foto acima).

O Alcowatch não é exatamente novidade – ele está por aí desde 2006. Mas o Security Watch, da mesma empresa, é. Ele funciona com um localizador, e apita quando esse localizador foge do alcance do relógio.

O fabricante sugere o uso do Security Watch em valises, bicicletas ou mesmo crianças, que teimam em correr por aí. O raio de alcance pode ser ajustado dentro de uma faixa entre 0,5 e 10 metros. A sensibilidade é de 0,5 metro.

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Microsoft reduz preço de Windows e Office

A Microsoft anunciou hoje uma redução nos preços sugeridos para dois de seus softwares. O Office 2007 Home & Student, que era vendido em caráter promocional a 199 reais, continua com esse preço de vez. E o Windows Vista Home Basic baixa para 299 reais – antes, era 450 reais.
O varejo, que segue à risca [...]

A Microsoft anunciou hoje uma redução nos preços sugeridos para dois de seus softwares. O Office 2007 Home & Student, que era vendido em caráter promocional a 199 reais, continua com esse preço de vez. E o Windows Vista Home Basic baixa para 299 reais – antes, era 450 reais.

O varejo, que segue à risca as sugestões de preço da Microsoft, alinhou-se rapidamente à nova política. Fnac, Kalunga e Saraiva já vendem o Vista HB Full com preço novo. É só procurar.

Bom, e o que é o Vista Home Basic? Se você comprou um micro com o Vista Starter e quer se livrar da limitação de programas e janelas abertas ao mesmo tempo, então o Home é uma opção.

Já o Office H&S vem com o feijão-com-arroz da computação pessoal – Word, Excel e PowerPoint – além do OneNote, que permite agregar recursos multimídia às suas anotações.

Outros tempos

Estaria a Microsoft se tornando mais flexível? Há alguns anos perguntei, numa coletiva de imprensa, por que o preço do Office não acompanhava a queda que se via no preço do hardware. Uma questão pertinente – já que, na hora da fabricação, copiar CDs é bem mais fácil e barato que fabricar processadores.

A resposta foi que o preço tinha que remunerar o desenvolvimento dos inúmeros recursos que eram incorporados a cada nova versão (mas peraí, os processadores também não têm recursos novos a cada versão?). E ficamos por isso mesmo.

E você pode até ser fã do Office e tal, mas em nome do equilíbrio do mercado nunca é demais lembrar que há um pacote gratuito, o OpenOffice, que também vem com editor de textos, planilha e software de apresentação. Dia desses até me surpreendi: dá para programar funções em Basic na planilha do OO – que no Brasil, por questões comerciais, é chamado de BrOffice.

Se ainda não conferiu, experimente. O Open/BrOffice é software livre e pode ser baixado aqui.

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Tokyoflash lança relógio “espacial”

O pessoal da Tokyoflash acaba de anunciar o Galaxy – um novo relógio à prova de bisbilhoteiros (já que, sem treinamento prévio, ninguém conseguiria ver as horas em seu pulso).
Seu mostrador é composto simplesmente por formas geométricas coloridas. Apesar da esquisitice, sua leitura é bem fácil: as barras amarelas contam as horas, as vermelhas contam [...]

O pessoal da Tokyoflash acaba de anunciar o Galaxy – um novo relógio à prova de bisbilhoteiros (já que, sem treinamento prévio, ninguém conseguiria ver as horas em seu pulso).

Seu mostrador é composto simplesmente por formas geométricas coloridas. Apesar da esquisitice, sua leitura é bem fácil: as barras amarelas contam as horas, as vermelhas contam os minutos (em grupos de 5) e as verdes, 1 minuto cada. (Na foto, são 10h38.)

Bem, por que este relógio em especial capturou minha atenção? Olhe a ilustração abaixo e me diga se o Galaxy não combina perfeitamente com os painéis da ponte de comando do seriado “Star Trek: The Next Generation”… Resta saber se as horas, no espaço-a-fronteira-final, serão marcadas da mesma forma que na Terra.

O Galaxy custa 132,85 dólares (o frete é grátis) e pode ser comprado aqui.

 

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DVD barato toca tudo e ainda ripa CDs

Deve ser o dólar barato. A tecnologia, que se torna cada vez mais popular. Ou ambos. O fato é que foi a combinação de preço baratinho e recursos de sobra que chamou minha atenção para este DVD da Philips - que conheci por acaso, enquanto peregrinava por um grande magazine.
O aparelhinho é um tocador de DVD que também [...]

Deve ser o dólar barato. A tecnologia, que se torna cada vez mais popular. Ou ambos. O fato é que foi a combinação de preço baratinho e recursos de sobra que chamou minha atenção para este DVD da Philips - que conheci por acaso, enquanto peregrinava por um grande magazine.

O aparelhinho é um tocador de DVD que também reproduz vídeos nos formatos DivX e MPEG. Também toca MP3 e, como se não bastasse, pode converter CDs de áudio em MP3 - basta colocar um pen drive no USB 2.0 frontal e pôr o disco no drive. A conversão pode ser feita com o CD tocando ou não, e com taxas entre 32 e 320 kbps.

O player tem ainda karaokê com pontuação (há conexão para um único microfone – nada de duetos!) e varredura progressiva (Progressive Scan) por conexão videocomponente.

O preço? Nesse momento, o aparelho é vendido por 159 reais, ou em 12 vezes de 13,25. Se for procurar pelo nome oficial do player, anote: é Philips DVP3254KX. Lembre-se: na internet, preços e condições variam sempre. E boas compras.

 

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Versão Zero ganha domínio .blog.br

Para os leitores e amigos do Versão Zero, julho começa com uma novidade: agora, os testes e dicas do blog podem ser acessados pelo endereço www.versaozero.blog.br.
A hospedagem não mudou: o conteúdo do site continua a repousar nos servidores do Wordpress. Isso quer dizer que os links para este blog não serão afetados.
A terminação blog.br foi [...]

Para os leitores e amigos do Versão Zero, julho começa com uma novidade: agora, os testes e dicas do blog podem ser acessados pelo endereço www.versaozero.blog.br.

A hospedagem não mudou: o conteúdo do site continua a repousar nos servidores do Wordpress. Isso quer dizer que os links para este blog não serão afetados.

A terminação blog.br foi criada há cerca de um ano e meio pelo NIC BR – Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, que é quem cuida dos registros de domínio no Brasil. Por enquanto, são poucos os usuários que aderiram à novidade. Pelas estatísticas do NIC BR, há 2.600 endereços .blog.br. Isso representa quase 0,2% do total de 1,37 milhão de endereços.

O grosso dos endereços, você já sabe, é o que termina em .com.br. Há quase 1,3 milhão deles (92,3% do total). A título de curiosidade, a terminação menos popular é a ZLG.BR, utilizada por apenas 3 zoólogos.

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