Conversor popular de TV digital: será que vem?

A Proview, de origem chinesa, promete lançar este mês um conversor “popular” para a TV digital. O anúncio, que havia sido antecipado em junho pelo ministro das Comunicações Hélio Costa, foi confirmado esta semana pela fabricante.
No entanto, o preço do que será o fusquinha dos conversores ainda é uma incógnita. O ministro, que tocou no [...]

A Proview, de origem chinesa, promete lançar este mês um conversor “popular” para a TV digital. O anúncio, que havia sido antecipado em junho pelo ministro das Comunicações Hélio Costa, foi confirmado esta semana pela fabricante.

No entanto, o preço do que será o fusquinha dos conversores ainda é uma incógnita. O ministro, que tocou no assunto durante a abertura oficial das transmissões digitais no Rio, falou em cerca de 230 reais.

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A Proview não confirmou, nem desmentiu. Mas pode até ser menos que isso – vai depender, claro, dos recursos da maquininha, que por enquanto só poderá ser apreciada pelos consumidores das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio e Belo Horizonte, únicos lugares do país em que há sinal digital.

Em que pese a boa vontade do ministro, a história do tal conversor “popular”, até agora, tem pinta de novela – e das bem arrastadas. Lembra outra promessa, a do pesquisador Nicholas Negroponte, do MIT, que vendeu a idéia do laptop de 100 dólares.

O resultado? O laptop saiu pelo dobro disso e os conversores, com preços começando em 500 reais, continuam longe do público para o qual foi concebido. Resta torcer para que os chineses, em 2 semanas, dêem a essa novela um final feliz.

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Microsoft, de olho na Web semântica

A Web semântica está na boca do povo. Ontem a Microsoft anunciou um acordo para a compra da Powerset, uma pequena empresa com foco nessa que é uma das tecnologias-chave da Web 3.0.
Conversas sobre a Web semântica são antigas. Em um artigo publicado em 2001 pela revista “Scientific American”, o físico Tim Berners-Lee já havia explicado o [...]

A Web semântica está na boca do povo. Ontem a Microsoft anunciou um acordo para a compra da Powerset, uma pequena empresa com foco nessa que é uma das tecnologias-chave da Web 3.0.

Tim Berners-LeeConversas sobre a Web semântica são antigas. Em um artigo publicado em 2001 pela revista “Scientific American”, o físico Tim Berners-Lee já havia explicado o que esperava da Web semântica – uma forma de publicação na internet cujo conteúdo fosse possível de ser “entendido” por computadores.

A diferença é importante porque, da forma que é feita hoje, a Web só pode ser perfeitamente compreendida por pessoas, já que a base de seu conteúdo é texto puro.

Embora já existam tecnologias poderosas para indexar e recuperar esse conteúdo (e o Google é um bom exemplo disso), a Web semântica promete agregar “significado” a essas informações, por meio da utilização de uma codificação mais rígida.

Essa codificação implica no uso de uma forma estruturada de descrever informações e em regras de inferência que descrevem as relações entre essas informações, e que são capazes de conduzir o processo de busca com mais precisão.

Como resultado, haverá respostas mais corretas e orientadas; nada parecido com o saco-de-gatos que se recebe depois de uma pesquisa no Google atual.

 

Garantia de procedência

Além das regras de inferência, que podem ajudar a separar “zip code” de “zip disk” ou “compactador zip”, a Web semântica terá algum tipo de assinatura digital – sua função será assegurar a fonte daquilo que se lê, separando o joio do trigo e reduzindo a possibilidade de recebermos informação adulterada.

E tudo isso poderá ser utilizado não apenas por pessoas, mas por máquinas. Pequenos programas, chamados agentes, poderão condensar as informações da Web 3.0 de forma útil e com muito mais confiabilidade que a Web atual.

Com o apoio das tais regras de inferência, esses agentes poderão desencadear outras ações – como, por exemplo, um pedido de reserva de vôo que dispara um pagamento com cartão de crédito que dispara um lançamento contábil, e que dispara o reagendamento de uma consulta ao dentista, por causa do horário do vôo. Tudo ao mesmo tempo.

Claro que se pode imaginar também um cenário reverso, em que alguém com privilégios suficientes possa, a partir de seu CPF, descobrir se você comprou lingeries de tamanho diferente do da sua esposa. Mas isso é outra história que, me garantem, não vai sair dos filmes de ficção científica.

Pode-se ver, de qualquer modo, que a marca do sistema operacional e da base de dados vai se tornar mais irrelevante do que é hoje. Não surpreende, portanto, que a Microsoft tenha interesse em marcar presença nesse terreno.

Em seu blog corporativo, a Powerset afirma que a empresa vai continuar no mesmo prédio (em São Francisco, Califórnia), fazendo as mesmas coisas e contratando mais gente. Mas, agora, com o apoio da Microsoft.

Não é pouca coisa. Mas resultados, mesmo, só com o tempo…

 

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Relógios de pulso acusam roubo e bebedeira

Já que encontramos bafômetros em GPS e celulares, por que não produzir um bafômetro de pulso? Bem, os chineses – sempre eles – já pensaram nisso. E criaram o Alcowatch, um relógio digital com bafômetro embutido (foto acima).
O Alcowatch não é exatamente novidade – ele está por aí desde 2006. Mas o Security Watch, da [...]

Já que encontramos bafômetros em GPS e celulares, por que não produzir um bafômetro de pulso? Bem, os chineses – sempre eles – já pensaram nisso. E criaram o Alcowatch, um relógio digital com bafômetro embutido (foto acima).

O Alcowatch não é exatamente novidade – ele está por aí desde 2006. Mas o Security Watch, da mesma empresa, é. Ele funciona com um localizador, e apita quando esse localizador foge do alcance do relógio.

O fabricante sugere o uso do Security Watch em valises, bicicletas ou mesmo crianças, que teimam em correr por aí. O raio de alcance pode ser ajustado dentro de uma faixa entre 0,5 e 10 metros. A sensibilidade é de 0,5 metro.

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