É preciso reconhecer: a idéia do Wal-Mart americano de oferecer serviços on-line (no caso, classificados gratuitos) mediante parceria com uma empresa pontocom (no caso, a Oodle) não é nova, nem original.
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Aqui mesmo no Brasil já se faz isso. O site de comparação de preços Buscapé, por exemplo, é o verdadeiro serviço por trás de sites famosos, como a loja virtual da rádio Transamérica (ver tela acima).
O negócio leva o nome de venda de ’skins’ - skin (pele, em inglês) é como se chama a fachada do site que contrata o serviço, mediante acordo de partilha de lucros. Mais ou menos assim: para cada clique que você dá no Transhopping, parte da grana vai para a Transamérica e parte para o Buscapé.
Quem paga pelo clique? O anunciante – ou seja, a loja que contratou o Buscapé para aparecer na galeria de produtos em oferta. Modelo parecido com o que faz o Google ser o que é.
O Buscapé não está sozinho. Tem a concorrência do Shopping UOL e do Zura, da empresa IdeiasNet. E dos gigantes de sempre – Yahoo e Google, por exemplo.
Há, no entanto, uma diferença importante entre essas empresas e o negócio do Wal-Mart: lá, o consumidor da loja é, também, o anunciante que não paga nada – aqui, nem o Mercado Livre faria uma coisa dessas, já que cobra pelos anúncios e pela venda.
Quem sabe o QueBarato!, o site de anúncios gratuitos do Buscapé, não vira um Oodle brasileiro?



