Claro: iPhone no Brasil ainda este ano

Esse aí é o novo iPhone. Notou as mudanças? Eu também não. É que as principais novidades estão lá dentro, no emaranhado de chips. Que agora oferecem compatibilidade com redes 3G de alta velocidade e GPS, entre outras amenidades hi-tech.
E o custo de aquisição baixou. Agora, nos EUA, o iPhone de 8 GB sai a [...]

Esse aí é o novo iPhone. Notou as mudanças? Eu também não. É que as principais novidades estão lá dentro, no emaranhado de chips. Que agora oferecem compatibilidade com redes 3G de alta velocidade e GPS, entre outras amenidades hi-tech.

E o custo de aquisição baixou. Agora, nos EUA, o iPhone de 8 GB sai a partir de 199 dólares e o de 16 GB, 299 dólares. Talvez para economizar algum troco, a Apple decidiu trocar a tampinha metálica traseira por outra, de material plástico preto ou branco, à escolha do freguês.

Ah, e não se pode esquecer que o anúncio foi feito numa conferência para desenvolvedores. Ou seja, o que a Apple quer nesse momento é seduzir programadores, para que usem o kit de desenvolvimento da Apple na criação de softwares e serviços para o celular.

Daí o estardalhaço em torno do software iPhone 2.0 e de seus recursos (GPS -ver foto ao lado- , interface Multi-Touch, acelerômetro, compatibilidade com servidores de mensagens Microsoft…). Até ajustes de controle paterno foram adicionados, para que as crianças equipadas com iPhone não acessem conteúdo ofensivo na internet.

iPhone oficial – no Brasil!

O iPhone 3G estará disponível em cerca de 70 países até o fim do ano. Até 11 de julho, 22 destes países terão o iPhone em seus respectivos mercados, muitos deles na Europa (sim, Portugal incluído, via Vodafone).

No Brasil, a estréia do iPhone será pelas mãos da América Móvil (dona da Claro) ainda este ano – bem, pelo menos essa é a promessa. No México, onde fica a matriz da empresa, o aparelho chega também em 11 de julho.

Quem sabe aí termine o comércio de iPhones no mercado cinza, sem selo da Anatel e desbloqueados na marra – sob risco, às vezes, de danificar o aparelho. Gente, convenhamos, gastar 2 mil reais num aparelho que funciona parcialmente e por gambiarras não faz muito sentido, não é?

Aberto para o mundo

Pode-se dizer que, de certa forma, o iPhone “destravou”. A nova versão funciona em quatro bandas GSM e três bandas HSDPA. Em outras palavras, Wi-Fi, 3G e Edge estão à disposição, e o iPhone sempre vai escolher a que for mais rápida.

Quanto ao preço, é bom ficar atento ao custo total e não somente ao preço de aquisição. Os preços lá de cima, por exemplo, só são válidos para quem assinar contratos de 2 anos com a AT&T. Por aqui, não será diferente. Além disso, muitos recursos poderão depender da compra online de softwares por meio da App Store, outra novidade Apple.

Em resumo, os desenvolvedores de software para celular espalhados pelos 70 países que receberão o iPhone terão alguns meses para aprender a usar o kit de desenvolvimento. Pois o que mais interessa à Apple, nesse momento, é o usuário corporativo, tanto para venda de aparelhos como em gastos com serviços agregados. A hora é de criar soluções.

Quem se habiita?

O canal de tecnologia do portal Terra publicou, em nota, que a Vivo também pretende trazer o iPhone ao Brasil até o fim do ano. O anúncio havia ficado de fora do comunicado oficial distribuído durante o evento da Apple nos EUA (por que, hein?) – neste comunicado, a Telefónica (que é sócia da Portugal Telecom na Vivo) dizia apenas que iria vender o iPhone na Espanha.

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