Speed Racer: a vez das figurinhas

Em plena era da internet, será que as crianças ainda curtem álbuns de figurinhas?
A Editora Abril pensa que sim. Caso contrário, não teria lançado o Livro Ilustrado Speed Racer.
É verdade que, ao pegar carona no filme que estreou ontem no Brasil, a Abril tenha algum sucesso.
Mas cobrar 15 centavos por figurinha me parece caro (veja [...]

Em plena era da internet, será que as crianças ainda curtem álbuns de figurinhas?

A Editora Abril pensa que sim. Caso contrário, não teria lançado o Livro Ilustrado Speed Racer.

É verdade que, ao pegar carona no filme que estreou ontem no Brasil, a Abril tenha algum sucesso.

Mas cobrar 15 centavos por figurinha me parece caro (veja a tabela abaixo). O álbum tem 120 figurinhas no formato tradicional, mais 90 adesivos que vão decorar os cantos de páginas. Isso dá 31,50 reais.

>> Nescau Cereal traz miniaturas de “Speed Racer”

>> “Speed Racer”: brasileiro competirá com Mach 5

Se considerarmos as figurinhas repetidas, então chegaremos facilmente ao dobro disso.

Livro Ilustrado Speed Racer
Álbum
R$ 3,95
Envelope com 4 cromos
R$ 0,60
Envelope com 4 cromos e um adesivo
R$ 1,00

O melhor mesmo é comprar o envelope de 1 real, que vem com o adesivão. Tem o tamanho de uma foto 10×15 e, se der sorte, virá com fotos dos carros Green Energy (da Petrobras) ou Mach 6, que, no fim das contas, é a novidade do filme.

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TV mostra carro elétrico esportivo. Será o Tesla?

Acabo de ver que o programa Auto Esporte, da TV Globo, vai mostrar domingo, 11 de maio, um carro esportivo elétrico.
Não disseram o nome, mas aposto que é o americano Tesla.
Do qual, aliás, já falei aqui em fevereiro – ou seja, há quase três meses.
>> Adeus, Ferrari. Bem-vindo, Tesla
O Auto Esporte costuma ir ao ar [...]

Acabo de ver que o programa Auto Esporte, da TV Globo, vai mostrar domingo, 11 de maio, um carro esportivo elétrico.

Não disseram o nome, mas aposto que é o americano Tesla.

Do qual, aliás, já falei aqui em fevereiro – ou seja, há quase três meses.

>> Adeus, Ferrari. Bem-vindo, Tesla

O Auto Esporte costuma ir ao ar às 9 da manhã. Mas, como é dia de Fórmula 1, será preciso esperar a corrida termnar.

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Séries que mudaram nossas vidas: Buck Rogers

Em 1987, a Nasa mandou ao espaço um pequeno space shuttle tripulado com apenas um homem: William Buck Rogers.
Talvez você já não se surpreenda mais quando eu digo que a missão deu zica. Mas deu. E o pobre Buck zanzou pelo espaço, congelado como um peru, por 500 anos.
Aparentemente, não foi um mau negócio. O [...]

Em 1987, a Nasa mandou ao espaço um pequeno space shuttle tripulado com apenas um homem: William Buck Rogers.

Talvez você já não se surpreenda mais quando eu digo que a missão deu zica. Mas deu. E o pobre Buck zanzou pelo espaço, congelado como um peru, por 500 anos.

Aparentemente, não foi um mau negócio. O sujeito acordou bem, e descobriu que tinha um mulherão a fim dele: a atriz Erin Gray – como ele, uma piloto de caça.

Para quem não sabe, Buck Rogers é antigo. Foi filme em 1939 e seriado de TV em 1950. Voltou em 1979 nos EUA como Buck Rogers in the 25th Century, que foi o que assisti aqui no começo dos anos 80.

Não vi o original de 1939, mas este Buck dos anos 80 era bem piadista. Tanto que nem parecia dar bola para a Coronel Wilma (Erin Gray). O robô que o acompanhava, o Twiki, vivia dizendo “béri béri béri, ei Buck” antes de cada frase. E Buck, quando tentava pilotar o moderno caça espacial do século 25 (com manobras hilárias, diga-se), vivia cantarolando uma musiquinha sobre Chicago, sua cidade natal.

Buck Rogers era uma bobagem e o ator principal era meio bobão. Mas o seriado valia a pena por três razões: as seqüências de batalha; o bom humor; e a mulherada.

Se duvida, confira aqui a sensual abertura do piloto da série clicando aqui (estranhamente, essa versão não pode ser incluída no post; a oficial, que víamos na TV brasileira, segue abaixo).
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Qok-MJ8r38U&hl=en]

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Séries que mudaram nossas vidas: Search

Essa aqui não substituiu o Jô Soares. Ganhou horário nobre, se não me engano nas quartas-feiras. E tinha como ator coadjuvante Burgess Meredith, o Pingüim do seriado Batman dos anos 60. Estou falando de Search, ficção de espionagem que passou por aqui nos anos 70.
Não me lembro do nome que teve por aqui. E confesso [...]

Essa aqui não substituiu o Jô Soares. Ganhou horário nobre, se não me engano nas quartas-feiras. E tinha como ator coadjuvante Burgess Meredith, o Pingüim do seriado Batman dos anos 60. Estou falando de Search, ficção de espionagem que passou por aqui nos anos 70.

Não me lembro do nome que teve por aqui. E confesso que só reencontrei este seriado por causa do nome de Meredith, que foi protagonista de um episódio que nunca esqueci. (Nesse episódio, ele foi seqüestrado. E, depois de solto, descobriu o caminho para o cativeiro simplesmente prestando atenção nos ruídos que ouviu quando estava cativo.)

Outro ator que me impressionava era Tony Franciosa, não sei por que – talvez pelo nome latino, já que pela minha idade era a única coisa deste seriado que sabia pronunciar. Franciosa andava sempre de cacharrel, e eu achava elegante (eu também tinha cacharrel). Hoje a única pessoa que ainda não abandonou os cacharréis, penso, é o Steve Jobs da Apple.

A história? Louca, para variar. Alguém decidiu abrir uma empresa de espionagem internacional, com espiões registrados na CLT e a mais alta tecnologia da época. Não estou brincando: eles tinham um bunker com vários operadores de terminal e contato permanente, por rádio, com os três agentes da série.

Como todos os filmes da época, falharam em não prever o computador pessoal. As escutas o ligavam aos mainframes usados pelos tais operadores. Uma câmera miniaturizada em forma de anel equipava os agentes. A imagem era mostrada num telão, no bunker comandado por Meredith.

Agora você vai querer saber: e a abertura, tem no YouTube? Claro que tem. Até trouxe para mostrar aqui.

Ah, uma curiosidade relevante, pelo menos para mim: Burgess Meredith, que foi o Cameron na série, nasceu no mesmo dia que eu, 60 anos antes. Morreu em 1997, com 90 anos.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=mwOmmIEoLQg&hl=en]

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