Silent Disco: a sonzeira virou wireless

Uma das experiências mais curiosas da Virada Cultural deste ano, em São Paulo, foi a Silent Disco.
Confesso desde já que não vi a coisa – estava em outro canto, na Praça Dom José Gaspar, curtindo um pianinho. Mas o item estava lá, no mapa do roteiro, bem em frente ao Mosteiro de São Bento.
Bem, o [...]

Uma das experiências mais curiosas da Virada Cultural deste ano, em São Paulo, foi a Silent Disco.

Confesso desde já que não vi a coisa – estava em outro canto, na Praça Dom José Gaspar, curtindo um pianinho. Mas o item estava lá, no mapa do roteiro, bem em frente ao Mosteiro de São Bento.

Bem, o que é a Silent Disco? Simples: uma discoteca silenciosa. Onde quem dança, dança com um fone de ouvido sem fio.

Não é uma maravilha? Só ouve a música quem quer. Vizinhos, como os religiosos do Mosteiro, agradecem.

Diz a lenda que a iniciativa ganhou a mídia na edição 2005 do Festival de Glastonbury, na Inglaterra. Antes disso, era empregada pelos holandeses, que a inventaram, em festas consideradas ilegais. (E fico pensando o que, na liberal Holanda, pode ser ilegal… Funk proibidão, talvez?)

A tal invenção cairia como uma luva naquele episódio-lenda envolvendo a banda Pink Floyd… Dizem que, num show do grupo ao ar livre, o volume ficou tão alto que matou todos os peixes de um lago próximo.

Se é verdade, não sei. Mas, quando houver a próxima Silent Disco, estarei lá.

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