Celular de pulso: à venda no Brasil

Há cada vez mais indícios de que a China é aqui – e não é apenas pelo valor do nosso salário no contracheque.
Veja, por exemplo, a última engenhoca que encontrei no Mercado Livre: um celular em forma de relógio de pulso.
Custa 679 reais. É desbloqueado. Têm câmera. Bluetooth estéreo. Tela sensível ao toque. Expansão via [...]

Há cada vez mais indícios de que a China é aqui – e não é apenas pelo valor do nosso salário no contracheque.

Veja, por exemplo, a última engenhoca que encontrei no Mercado Livre: um celular em forma de relógio de pulso.

Custa 679 reais. É desbloqueado. Têm câmera. Bluetooth estéreo. Tela sensível ao toque. Expansão via cartão Mini SD. Vem com cabo de dados, fone de ouvido e cartão de 1 GB. E funciona nas principais freqüências.

Só não vale querer garantia – aí já seria pedir demais…

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M100, um carro chinês no Brasil

Os carros chineses, enfim, estão entre nós. Começa no Brasil a venda do M100, compacto da Changhe-Suzuki produzido no Uruguai pelo Grupo Effa Motors.

O M100 foi apresentado em meados do ano passado, mas levou algum tempo para que o fabricante montasse sua rede de concessionárias. Na Grande São Paulo, são 6, em bairros como Sacomã, [...]

m100_verde

Os carros chineses, enfim, estão entre nós. Começa no Brasil a venda do M100, compacto da Changhe-Suzuki produzido no Uruguai pelo Grupo Effa Motors.

m100_bancos

O M100 foi apresentado em meados do ano passado, mas levou algum tempo para que o fabricante montasse sua rede de concessionárias. Na Grande São Paulo, são 6, em bairros como Sacomã, Jaçanã e Vila Carrão.

O nome do carrinho soa estranho. Na verdade, o nome dele no mercado externo é Ideal, mas a Fiat costurou um acordo extra-judicial com a Effa Motors para proteger a marca Idea.

O M100 é vendido nas cores branco, verde, azul, vermelho e prata. Custa a partir de 23.500 reais (frete incluso).

Por esse preço, o comprador leva um carro com vários itens de luxo, como ar condicionado, vidros e travas elétricas, farol de milha, alarme e travamento remoto das portas, abertura remota da tampa do tanque e rádio com CD e 3 alto-falantes.

O destaque fica por conta dos bancos, que podem ser configurados de diversas formas.

O lado negativo fica por conta da potência – o motorzinho de 970 cilindradas e 4 cilindros entrega 47 cavalos de potência, menos até que os motores Endura dos primeiros Ford Ka. Outra desvantagem é a ausência de versão flex – no M100, só vai gasolina. Além disso, é um carro para 4 pessoas.

E aí, vai encarar?

Fotos: Effa Motors/divulgação

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TVs no transporte, tema da Folha

Telas da TV Minuto na linha Vermelha do Metrô. Foto: Versão Zero
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Olhem que coincidência. Enquanto publicava minhas notas sobre TVs no transporte público aqui e aqui, a colunista Bia Abramo, da “Folha de S.Paulo”, preparava um texto sobre o assunto, que viria a ser publicado domingo, 20 de abril.
Bia diz que a TV Minuto, [...]

Telas da TV Minuto na linha Vermelha do Metrô. Foto: Versão Zero

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Olhem que coincidência. Enquanto publicava minhas notas sobre TVs no transporte público aqui e aqui, a colunista Bia Abramo, da “Folha de S.Paulo”, preparava um texto sobre o assunto, que viria a ser publicado domingo, 20 de abril.

Bia diz que a TV Minuto, do Metrô de São Paulo (foto), pode ser vista apenas na linha Verde. Não é verdade – trens da linha Vermelha, que liga as zonas Oeste e Leste, também dispõe das telinhas, que não tem som e ficam dependuradas no teto. A programação da TV Minuto, aliás, lembra um slide show feito em PowerPoint.

Quanto aos ônibus, Bia pondera que o som do sistema da Bus TV pode ser “um tanto impositivo e incômodo” aos passageiros. Nessa hora, lembro daquele velho aviso que podia ser lido nos ônibus: “é proibido usar cachimbo, charuto e cigarro de palha, bem como utilizar aparelhos sonoros”. Ué, passageiro não pode, mas o dono do ônibus pode? Estranho.

No finalzinho, Bia associa essa profusão de TVs no transporte público à onipresença das telas no filme “Blade Runner”, que povoou o imaginário dos anos 80.

Pode até ser. Mas que isso me lembra mais a bisbilhoteira teletela de “1984″, de George Orwell, não tenho dúvidas…

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