AOL leva Bebo para casa por US$ 850 milhões

Ora, ora: a America Online topou pagar 850 milhões de dólares por uma rede social ‘a la Orkut’, chamada simplesmente Bebo.
Bebo está em primeiro lugar na Irlanda e na Nova Zelândia, e diz ser forte na Inglaterra.
Taí uma rede que casaria bem com sub-redes sociais: Bebo Online, Bebo Santo Daime, Bebo Todas e por aí [...]

Ora, ora: a America Online topou pagar 850 milhões de dólares por uma rede social ‘a la Orkut’, chamada simplesmente Bebo.

Bebo está em primeiro lugar na Irlanda e na Nova Zelândia, e diz ser forte na Inglaterra.

Taí uma rede que casaria bem com sub-redes sociais: Bebo Online, Bebo Santo Daime, Bebo Todas e por aí vai… Sem contar os domínios: Bebo.com/vc, Bebo.com/todomundo…

Bebo no Brasil. Vai ser divertido!

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Celular da Foston permite uso de dois chips

Surge um novo player no concorrido mercado de telefones celulares: a Foston. Você deve ter ouvido falar deles, ou pelo menos visto a marca: afinal, eles parecem ter fabricado 90% dos tocadores de mídia em uso por quem viaja de Metrô. E, se o celular da marca não é inovador, pelo menos é criativo. Um [...]

foston_mobile_tvSurge um novo player no concorrido mercado de telefones celulares: a Foston. Você deve ter ouvido falar deles, ou pelo menos visto a marca: afinal, eles parecem ter fabricado 90% dos tocadores de mídia em uso por quem viaja de Metrô. E, se o celular da marca não é inovador, pelo menos é criativo. Um de seus principais recursos é a sintonia de TV analógica - aquela, em cuja antena se costumava colocar palhinha de aço para melhorar a recepção do sinal.

A bem da verdade, o celular da Foston – modelo FS-968 – tem funções bacanas. Toca MP3, vídeo jpeg, tem telinha sensível ao toque e vem com uma canetinha tal como os palmtops. Tira fotos, grava vídeos, tem Bluetooth, sintoniza rádio FM, usa cartão Micro SD… Ah, e permite algo bastante peculiar: o uso de dois cartões SIM, ou seja, duas linhas telefônicas. Liberdade igual, só na China.

“Para que serve isso?”, perguntaria o incauto leitor. Eu vi pelo menos uma aplicação: o uso de uma operadora para dados, com preços mais em conta, e outra para falar, com o número de telefone que seus amigos conhecem.

O celular Foston está à venda na loja de artigos importados mais próxima da sua casa. A garantia, assim como o preço, é variável. No Mercado Livre há ofertas de até 540 reais, mas dizem que na Rua Santa Ifigênia o produto custa 700 reais. É, meu amigo, não é só o emprego que se precariza: o consumo também. Boas compras.

Atualizado em 24/04/08 – Os chineses inventaram mais uma: a gambiarra que faz qualquer celular GSM operar com 2 linhas. Saiba mais clicando aqui.

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Emprego precarizado: o próximo vai ser o seu

Cena de São Paulo, Estação Santa Cecília, noite de terça-feira: enquanto a fila crescia diante do microquiosque do Bilhete Único, o guichê do Metrô não tinha filas.
No microquiosque, três pessoas dividem um espaço exíguo, equivalente ao de uma cabine de foto instantânea. O serviço é operado por empresas particulares.
Já o guichê do Metrô oferece mais [...]

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Cena de São Paulo, Estação Santa Cecília, noite de terça-feira: enquanto a fila crescia diante do microquiosque do Bilhete Único, o guichê do Metrô não tinha filas.

No microquiosque, três pessoas dividem um espaço exíguo, equivalente ao de uma cabine de foto instantânea. O serviço é operado por empresas particulares.

Já o guichê do Metrô oferece mais espaço. Seus funcionários são concursados e, tenho certeza, ganham mais que os colegas do microquiosque.

No entanto, alguém decidiu que o Metrô não poderia recarregar Bilhete Único, nem aceitar cartões de débito. A empresa privada pode, mas a um custo que implicou na precarização do trabalho.

No guichê do Bilhete Único, um cartaz: “estamos contratando – deixe seu currículo aquï”.

E aí, topa?

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Panasonic: vidro para proteger plasma e LCD

Não é que todo mundo por aqui brinque com o caro Nintendo Wii. Mas é muito bem-vinda a idéia dos engenheiros da Panasonic, que querem proteger a cara tela de plasma e LCD das TVs de grande formato contra arremessos involuntários dos controles sem fio do Wii.
A notícia da New Scientist dá conta que a [...]

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Não é que todo mundo por aqui brinque com o caro Nintendo Wii. Mas é muito bem-vinda a idéia dos engenheiros da Panasonic, que querem proteger a cara tela de plasma e LCD das TVs de grande formato contra arremessos involuntários dos controles sem fio do Wii.

A notícia da New Scientist dá conta que a Panasonic quer encapar as telas finas e caras com um vidro tão resistente quanto o do tubo das TVs convencionais.

Uma capa de vidro grosso pode deixar a TV mais pesada e um pouco mais cara do que já é. No entanto, vai preservar o investimento do dono, principalmente se tiver criança em casa

Se você ainda não acredita que um controle remoto arremessado possa fazer tanto estrago, veja a galeria de casos contados pelo site Wii Damage.

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Um fone Bluetooth que é walkie-talkie

Um fone Bluetooth que também funciona como walkie-talkie é a novidade da Callpod. O Dragon funciona como um fone Bluetooth comum, operando com celulares ou PCs que também tenham essa tecnologia. Mas, se o usuário estiver próximo a outra pessoa que tenha outro Dragon, eles poderão se comunicar diretamente. O alcance do Dragon, segundo o [...]

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Um fone Bluetooth que também funciona como walkie-talkie é a novidade da Callpod. O Dragon funciona como um fone Bluetooth comum, operando com celulares ou PCs que também tenham essa tecnologia. Mas, se o usuário estiver próximo a outra pessoa que tenha outro Dragon, eles poderão se comunicar diretamente. O alcance do Dragon, segundo o fabricante, é de até 100 metros. O Dragon é carregado por qualquer porta USB e seu software interno (firmware) é atualizável. O preço do mimo é 129,95 dólares.

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Biblioteca de NY: doação de US$ 100 milhões

Essa nota não é bem sobre tecnologia, mas sobre algo que vem antes dela: conhecimento.
Acabo de ler no The New York Times que a Biblioteca Pública de Nova York recebeu uma doação de 100 milhões de dólares (cerca de 170 milhões de reais).
O doador é o financista Stephen Schwarzman, que fez fortuna com a compra [...]

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Essa nota não é bem sobre tecnologia, mas sobre algo que vem antes dela: conhecimento.

Acabo de ler no The New York Times que a Biblioteca Pública de Nova York recebeu uma doação de 100 milhões de dólares (cerca de 170 milhões de reais).

O doador é o financista Stephen Schwarzman, que fez fortuna com a compra e venda de empresas. Pelo que se diz, a única contrapartida da polpuda doação será a inscrição de seu nome nas entradas do prédio, que foi construído em 1911 e é conhecido pelos leões que guardam a entrada principal.

Parte do dinheiro será usado para ampliação do prédio, que receberá uma unidade de empréstimo de livros, atualmente instalada em outro prédio a dois quarteirões de distância.

Estive lá em duas ou três ocasiões, e pude conferir: o serviço é muito bom. Em 1992, já se podia utilizar PCs para obter a localização de livros – encontrei, por exemplo, “O Xangô de Baker Street”, de Jô Soares, em português.

Enquanto me recordo do frio e da impressionante coleção de livros que aquela biblioteca guarda, tento me lembrar de alguma notícia de que, em São Paulo, algum milionário tenha feito alguma doação para alguma biblioteca.

Nenhum nome me vem à cabeça. E você, se lembra de alguém?

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Metrô leste faz integração com bicicleta

Fiquei curioso quando notei, em 22 de janeiro, a construção de um galpão metálico próximo à rampa de acesso para a Estação Carrão do Metrô de São Paulo. Achei que fosse mais um daqueles quiosques de quinquilharias ou de comida rápida, cujo cheiro enjoativo me faz ter saudade da fumaça de óleo diesel.
Ontem, 9 de [...]

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Fiquei curioso quando notei, em 22 de janeiro, a construção de um galpão metálico próximo à rampa de acesso para a Estação Carrão do Metrô de São Paulo. Achei que fosse mais um daqueles quiosques de quinquilharias ou de comida rápida, cujo cheiro enjoativo me faz ter saudade da fumaça de óleo diesel.

Ontem, 9 de março, vi que estava enganado. A obra, que já está pronta, é um bicicletário. Pelas nossas estimativas, dá para guardar umas 100 bicicletas por lá.

A iniciativa combina com outra, da Prefeitura, de construir uma ciclovia ao longo da Avenida Radial Leste. A obra continua.

Resta lutar para que quem anda de carro respeite o ciclista, que é o elo mais fraco desta combinação.

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Aula de obviedade

Enquanto esperava o metrô na Estação Paraíso, zona Sul de São Paulo, notei o aviso no chão: “Antes de entrar no trem, deixe as pessoas saírem”.
Antes desse, me diziam que outro aviso, colado às portas dos trens, dizia: “Quem fica parado na porta atrasa a vida dos outros”.
O que leva à conclusão: a melhor tecnologia [...]

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Enquanto esperava o metrô na Estação Paraíso, zona Sul de São Paulo, notei o aviso no chão: “Antes de entrar no trem, deixe as pessoas saírem”.

Antes desse, me diziam que outro aviso, colado às portas dos trens, dizia: “Quem fica parado na porta atrasa a vida dos outros”.

O que leva à conclusão: a melhor tecnologia não vale nada se quem a usa não tiver o mínimo de civilidade.

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Tata Nano: mais perto do Brasil?

Os carros compactos chamam atenção no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. E o Tata Nano não poderia ficar de fora. Pena ter sido mostrado fechado. Para afastar bisbilhoteiros, a Tata trancou as portas e o capô . O blog Autoblog pediu ao representante da Tata que abrisse as portas do carrinho. Ouviu como [...]

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Os carros compactos chamam atenção no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. E o Tata Nano não poderia ficar de fora. Pena ter sido mostrado fechado. Para afastar bisbilhoteiros, a Tata trancou as portas e o capô . O blog Autoblog pediu ao representante da Tata que abrisse as portas do carrinho. Ouviu como resposta que as portas estavam trancadas e que eles deveriam “fazer bom uso das lentes teleobjetivas”.

Leio que o presidente da Tata, Ratan Tata, disse que o Nano nunca seria vendido na Europa, por causa dos altos padrões de emissão de gases e de segurança, embora seja menos poluente que as scooters vendidas na Índia atualmente.

O curioso é ler na “Folha de S.Paulo” de domingo, 9 de março, que o diretor da Tata, Atul Dhagai, disse que “o Nano poderá ser feito na América do Sul em breve”.

Junte-se a isso a informação de que a Fiat, parceira histórica da Tata, vai aposentar o Mille até 2011, trocando-o por outro carro de desenho mais arrojado.

Mais o comentário do leitor Edson, que detalha: o Nano seria produzido aqui, na fábrica da Fiat, e receberia o novo motor Fiat 900 cc bicilíndrico.

Não começa tudo a fazer mais sentido?

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Pedágio urbano em SP: questão de tempo

A entrevista do presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo à “Folha de S.Paulo” de domingo, 9 de março, deve ser lida nas entrelinhas.
No fim do texto, o repórter pergunta se o pedágio urbano seria um dos “remédios” receitados por Roberto Scaringela ao trânsito da cidade.
A resposta: “Os remédios precisam ser [...]

A entrevista do presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo à “Folha de S.Paulo” de domingo, 9 de março, deve ser lida nas entrelinhas.

No fim do texto, o repórter pergunta se o pedágio urbano seria um dos “remédios” receitados por Roberto Scaringela ao trânsito da cidade.

A resposta: “Os remédios precisam ser assimilados pela população. (…) Não há discussão, não está na programação nem a mudança do rodízio nem qualquer atitude mais radical.”

Basta ligar os pontos. O trânsito da cidade ganhou as manchetes do jornais e da TV todos os dias da semana passada.

Ou seja: o processo de assimilação dos remédios mais amargos já começou.

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