Cisão da Motorola já começou

A Motorola anunciou hoje que pretende se dividir em duas empresas: uma para celulares e outra para o resto. O motivo? Os prejuízos causados pela divisão de celulares, que recentemente foi colocada à venda, mas que ninguém quis comprar. Além da pressão de um único homem bastante rico, chamado Carl Icahn, que detém quase 7% [...]

doente.gifA Motorola anunciou hoje que pretende se dividir em duas empresas: uma para celulares e outra para o resto. O motivo? Os prejuízos causados pela divisão de celulares, que recentemente foi colocada à venda, mas que ninguém quis comprar. Além da pressão de um único homem bastante rico, chamado Carl Icahn, que detém quase 7% de todas as ações da empresa. Não que Icahn seja do tipo encrenqueiro, mas também não evita brigas quando o assunto é dinheiro – e olhe que este senhor, em se tratando de participação acionária, tem um currículo extenso.

Se a iniciativa for aprovada pelos órgão reguladores dos EUA, a cisão deverá acontecer já em 2009. Como num divórcio, cada empresa irá cuidar da própria vida, o que equivale a dizer que elas terão ações negociadas de forma independente, o que – acredita-se – irá facilitar uma possível venda.

A Motorola costumava ser a número 2 do mercado, mas perdeu o posto para a sul-coreana Samsung. A Nokia permanece líder.

E você, que celular irá comprar nos próximos 6 meses?

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Linha 6 do Metrô: o mapa do Wikipedia

Já está na Wikipedia um esquema especulativo da linha 6 do Metrô de São Paulo, que ligará a Freguesia do Ó ao Oratório, próximo à Vila Prudente. Pelo diagrama, a linha terá estações na Rua Turiaçu (leia-se Palestra Itália), na PUC de Perdizes, no Pacaembu (leia-se Estádio), na Avenida Angélica, na Universidade Mackenzie… Fico sem [...]

freguesia_oratorio.jpgJá está na Wikipedia um esquema especulativo da linha 6 do Metrô de São Paulo, que ligará a Freguesia do Ó ao Oratório, próximo à Vila Prudente. Pelo diagrama, a linha terá estações na Rua Turiaçu (leia-se Palestra Itália), na PUC de Perdizes, no Pacaembu (leia-se Estádio), na Avenida Angélica, na Universidade Mackenzie… Fico sem saber como irão passar um trem por baixo do Bixiga rumo à Estação São Joaquim, passando pela Avenida 23 de Maio… E fico triste pela especulação imobiliária que certamente arrebentará com bairros hoje tranqüilos, como a Aclimação. Clique na imagem para abrir o mapa – que, por enquanto, insisto, é pura especulação – em tamanho ampliado.

Veja também as próximas linhas do Metrô de SP e os novos nomes das linhas da CPTM. E saiba por que cada vez mais o Metrô se parece com um shopping center.

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Metrô: nova linha ligará Freguesia ao Oratório

A cidade de São Paulo vai ganhar uma nova linha do metrô. Não, não é a linha 4 – Amarela, que matou tanta gente naquele terrível acidente da Estação Pinheiros, e sobre o qual talvez nunca saibamos a verdade. Trata-se da linha 6-Laranja (ou Rosa, segundo jornais), que promete ligar a Freguesia do Ó ao [...]

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A cidade de São Paulo vai ganhar uma nova linha do metrô. Não, não é a linha 4 – Amarela, que matou tanta gente naquele terrível acidente da Estação Pinheiros, e sobre o qual talvez nunca saibamos a verdade. Trata-se da linha 6-Laranja (ou Rosa, segundo jornais), que promete ligar a Freguesia do Ó ao Oratório, passando pela Vila Prudente e cruzando outras linhas pelo caminho (lembrete: o traçado rosa do mapa acima é fictício).

Segundo a Agência Estado, o traçado da linha será próximo às universidades Uninove, Unip, Mackenzie e PUC – por causa disso, teria sido apelidada de Linha das Universidades. O trecho terá 18,3 km de extensão e 15 estações. A primeira fase, de 9,5 km, deverá ligar a Freguesia à Estação São Joaquim, na Liberdade, passando por Limão, Lapa, Perdizes, Sumaré, Pacaembu e Bela Vista.

A promessa do governo do Estado é que as obras comecem até 2010 (alguns jornais sustentam que o primeiro trecho é que estará pronto em 2010, o que sinceramente du-vi-do). Até lá, a Prefeitura irá custear as análises de solo e os laudos necessários, um ralo documentacional que deverá sugar 75 milhões de reais.

Na dúvida, recomendo aos moradores dos bairros contemplados/atingidos que façam seguro contra desabamento…

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TV digital nos EUA: opções de dar inveja

Às vésperas do fim das transmissões analógicas de TV nos EUA, as lojas vendem sintonizadores de TV para PC a preço de Big Mac. Este aí de cima, da Sabrent, sai por menos de 17 dólares no site da CompUSA. Mesmo depois do início da era “digital TV only”, esses sintonizadores ainda terão o que [...]

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Às vésperas do fim das transmissões analógicas de TV nos EUA, as lojas vendem sintonizadores de TV para PC a preço de Big Mac. Este aí de cima, da Sabrent, sai por menos de 17 dólares no site da CompUSA. Mesmo depois do início da era “digital TV only”, esses sintonizadores ainda terão o que fazer, ajudando na conversão de fitas de vídeo ou sintonizando rádio FM. Aliás, a variedade de sintonizadores por lá é impressionante: há de tudo, desde “pendrives” para captar alta resolução (1.080 linhas) no PC (por ar ou cabo – ver a peça da Kworld abaixo) até aparelhos com controle remoto que transformam qualquer monitor de PC em televisor digital. E tudo com preços em torno de 50 dólares. Quero ver os japoneses fazerem tudo isso a este preço!

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No lugar da TV analógica, uma internet nacional

Google e Microsoft de mãos dadas? Sim, é possível, desde que seja por uma boa causa. Que, no caso, é uma proposta pra lá de decente: o uso da faixa de frqüências da TV analógica para comunicação sem fio entre PCs (incluindo, claro, smartphones e o resto). A proposta já foi feita à FCC, que [...]

Google e Microsoft de mãos dadas? Sim, é possível, desde que seja por uma boa causa. Que, no caso, é uma proposta pra lá de decente: o uso da faixa de frqüências da TV analógica para comunicação sem fio entre PCs (incluindo, claro, smartphones e o resto). A proposta já foi feita à FCC, que é a Anatel dos EUA.

Como muitos já sabem, a transmissão analógica de TV nos EUA será encerrada em 2009. Por enquanto, as emissoras utilizam duas freqüências, uma analógica e outra digital, tal como já acontece aqui em São Paulo.

Para que o plano dessas empresas dê certo, será preciso pelo menos duas coisas: que a FCC desista de leiloar as tais freqüências (conhecidas como White Spaces) e que a tecnologia utilizada garanta ao governo a possibilidade de uso seguro das freqüências vizinhas por aplicações militares.

É difícil, mas não custa tentar. Quem aposta no sim?

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Eee PC: bateria enganosa?

Pode ser apenas impressão, mas a bateria do meu Eee PC está durando menos. Se antes ele podia funcionar 3 horas com a rede sem fio ligada, agora o tempo não chega a 2 horas e meia. Na verdade, assim que chega a 20% da carga, o micro reclama – e, a 10%, o Eee [...]

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Pode ser apenas impressão, mas a bateria do meu Eee PC está durando menos. Se antes ele podia funcionar 3 horas com a rede sem fio ligada, agora o tempo não chega a 2 horas e meia. Na verdade, assim que chega a 20% da carga, o micro reclama – e, a 10%, o Eee PC desliga sozinho.

Curioso, pesquisei no fórum do excelente Eeeuser.com. E soube que em alguns países a Asus teria vendido Eee PC com baterias cujas etiquetas mostravam capacidade diferente da real. Procupado? Pois é, eu também fiquei. E decidi conferir por conta própria, com a ajuda de alguns comandos do Linux. E você pode fazer o mesmo.

Para checar o tipo da bateria, abra a janela do terminal (com Control – Alt – T) e digite o comando “cat /proc/acpi/battery/BAT0/info” (sem as aspas). Será possíver saber a capacidade máxima, os níveis de advertência e de desligamento automático, entre outros itens. No meu caso, esses números foram 5200 mAh, 10 mAh e 5 mAh.

Para acompanhar o status da bateria, use outro comando: “cat /proc/acpi/battery/BAT0/state” (sem as aspas). Ele lhe dará a capacidade restante.

Resultado: concluí que a bateria estava OK e que, trabalhando inadvertidamente com o brilho da tela a 100%, a carga iria mais depressa para o ralo. Reduzi o brilho para 50% e desliguei o som. Vamos ver agora quanto dura – sempre com o Wi-Fi ligado, claro, pois sem ele a vida tem bem menos graça!

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Vectrix: uma moto elétrica com fôlego de 400 cc

Motos elétricas têm geralmente um ponto fraco: a potência. Pelo menos até a chegada da Maxi-Scooter Vectrix. A máquina tem velocidade máxima de 100 km/h e acelera de 0 a 80 km/h em menos de 7 segundos, fôlego comparável ao de uma moto scooter de 400 cc. O abastecimento se dá por uma tomada de [...]

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Motos elétricas têm geralmente um ponto fraco: a potência. Pelo menos até a chegada da Maxi-Scooter Vectrix. A máquina tem velocidade máxima de 100 km/h e acelera de 0 a 80 km/h em menos de 7 segundos, fôlego comparável ao de uma moto scooter de 400 cc. O abastecimento se dá por uma tomada de três pinos e 110 V – ou seja, nada de posto de gasolina. E a condução é moleza, pois a mesma manopla que acelera também ajuda a parar – é só girá-la na direção contrária.

Vectrix, a empresa, foi criada em 1996 nos EUA exclusivamente para fabricar veículos de emissão zero (ZEV, na sigla em inglês). Mas as vendas só começaram pra valer em 2007, ano em que a empresa lançou ações na Bolsa. A fábrica foi instalada em Wroclaw, na Polônia, o que ajudou a distribuir a moto também pela Europa, principalmente no Reino Unido.

vectrix_tomadaA autonomia das baterias é resultado direto da aceleração. Quanto mais potência se exige do motor, mais rápido você precisará de uma nova carga. Em outras palavras, o motociclista tranqüilo anda mais. Pelas estimativas da Vectrix, viajar a 40 km/h permite rodar até 104 km. A 96 km/h, a autonomia cai para 32 km. Se der para usar uma tomada no escritório ou na faculdade, tudo bem. O tempo de recarga das baterias (de NiMH) varia de 3 a 5 horas. Atenção para os ciclos de descarga: são 1.700. Ou seja, daria para recarregar todo dia por 4 anos e meio até que seja preciso trocar o conjunto de baterias.

A moto é produzida nas cores prata, verde, vermelho e azul, e pode ser personalizada para uso em frotas. Pelas contas do fabricante, “encher o tanque” de uma Maxi-Scooter Vectrix custa menos de um centavo de dólar nos EUA. O problema mesmo é o preço de compra: o modelo 2007 sai por 10 mil dólares; o 2008, 12 mil. Não é por acaso que lá no site da Vectrix há uma campanha a favor da redução de impostos para veículos de emissão zero – uma lei nesse sentido deverá ser votada este ano pelo Congresso dos EUA. Bacana, não? Um dia também chegaremos lá.

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Codatronca: velocímetro na traseira?

Flagrante do Spada Codatronca tomado em 2004 e publicado pelo blog italiano Autoblog.it mostra o curioso mostrador traseiro, que aparentemente é um velocímetro. Se assim for, sua principal utilidade será servir de comparação com as multas que o proprietário de um carro com mais de 500 cavalos certamente terá de enfrentar.
Veja também: Codatronca em fase [...]

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Flagrante do Spada Codatronca tomado em 2004 e publicado pelo blog italiano Autoblog.it mostra o curioso mostrador traseiro, que aparentemente é um velocímetro. Se assim for, sua principal utilidade será servir de comparação com as multas que o proprietário de um carro com mais de 500 cavalos certamente terá de enfrentar.

Veja também: Codatronca em fase de produção

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Brasil e Suíça, fronteiriços? Sim, senhor

O mapa da globalização subverte a geografia. Confuso? Explico. Queria comprar um livro de autor francês, sem tradução brasileira. Descubro que logo ali, em Cali, Colômbia, uma universidade vende a tradução em espanhol. Digo que quero comprá-la e aí começa o calvário. A lojinha da universidade não aceita cartão e o pagamento, me dizem, deve [...]

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O mapa da globalização subverte a geografia. Confuso? Explico. Queria comprar um livro de autor francês, sem tradução brasileira. Descubro que logo ali, em Cali, Colômbia, uma universidade vende a tradução em espanhol. Digo que quero comprá-la e aí começa o calvário. A lojinha da universidade não aceita cartão e o pagamento, me dizem, deve ser feito mediante remessa de dinheiro via rede bancária Swift, caríssima. Para isso, recebo um código alfanumérico de um banco colombiano.

Desisto de tudo isso e tento procurar o livro nas grandes livrarias do mundo, em vão. Eis que de repente descubro que a editora do tal livro, com sede na Suíça, não apenas vende diretamente como aceita os principais cartões. Além disso, o frete é mais barato. Trata-se do original francês, mas fazer o que? Comprei.

A conclusão: A Suíça é logo ali. Já a Colômbia…

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Kindle, da Amazon, tem espera de 6 semanas

Contra todas as possibilidades, o Kindle – aparelho para leitura de textos – é um sucesso. A Amazon diz que a espera para recebimento do aparelho é de 6 semanas. No site da livraria online, um aviso de desculpas tenta conter a insatisfação de quem comprou e não recebeu.
E por que o Kindle desafia a [...]

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Contra todas as possibilidades, o Kindle – aparelho para leitura de textos – é um sucesso. A Amazon diz que a espera para recebimento do aparelho é de 6 semanas. No site da livraria online, um aviso de desculpas tenta conter a insatisfação de quem comprou e não recebeu.

E por que o Kindle desafia a lógica? Por várias razões. Afinal, não foi o primeiro aparelho criado para ler textos – a Sony havia feito isso bem antes, sem sucesso. Seu preço – 399 dólares – também não é lá essas coisas, pois o mesmo dinheiro compraria, nos EUA, um Eee PC ou outro notebook de baixo custo. E a tela é preto no branco – nada de cores aqui.

Mas o bicho caiu na graça do povo do Norte, e não é sem razão. Com o Kindle, o consumidor pode baixar milhares de livros eletrônicos a 10 dólares cada e lê-los em qualquer lugar, graças à tela que garante boa leitura mesmo em condições precárias de luz. Sua memória guarda até 200 títulos, baixados por rede celular EVDO de alta velocidade. (É isso mesmo: você compra o livro diretamente do Kindle e o recebe na hora, e quem paga pela conexão é a Amazon.) As baterias permitem o funcionamento por dias sem recarga. E o peso – menos de 300 gramas – é menor que o de muitos livros por aí.

E tem mais: dicionário inglês-inglês embutido, acesso gratuito wireless à Wikipedia, função de busca nos textos… No fim, resta a constatação que, se o Kindle desafia a lógica dos gadgets – que pedem mais e mais recursos -, ele serve como uma luva a quem busca simplesmente um serviço bem feito. Coisa rara, tanto lá como aqui.

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