11
Mar
2008
Um fone Bluetooth que também funciona como walkie-talkie é a novidade da Callpod. O Dragon funciona como um fone Bluetooth comum, operando com celulares ou PCs que também tenham essa tecnologia. Mas, se o usuário estiver próximo a outra pessoa que tenha outro Dragon, eles poderão se comunicar diretamente. O alcance do Dragon, segundo o [...]

Um fone Bluetooth que também funciona como walkie-talkie é a novidade da Callpod. O Dragon funciona como um fone Bluetooth comum, operando com celulares ou PCs que também tenham essa tecnologia. Mas, se o usuário estiver próximo a outra pessoa que tenha outro Dragon, eles poderão se comunicar diretamente. O alcance do Dragon, segundo o fabricante, é de até 100 metros. O Dragon é carregado por qualquer porta USB e seu software interno (firmware) é atualizável. O preço do mimo é 129,95 dólares.
11
Mar
2008
Essa nota não é bem sobre tecnologia, mas sobre algo que vem antes dela: conhecimento.
Acabo de ler no The New York Times que a Biblioteca Pública de Nova York recebeu uma doação de 100 milhões de dólares (cerca de 170 milhões de reais).
O doador é o financista Stephen Schwarzman, que fez fortuna com a compra [...]

Essa nota não é bem sobre tecnologia, mas sobre algo que vem antes dela: conhecimento.
Acabo de ler no The New York Times que a Biblioteca Pública de Nova York recebeu uma doação de 100 milhões de dólares (cerca de 170 milhões de reais).
O doador é o financista Stephen Schwarzman, que fez fortuna com a compra e venda de empresas. Pelo que se diz, a única contrapartida da polpuda doação será a inscrição de seu nome nas entradas do prédio, que foi construído em 1911 e é conhecido pelos leões que guardam a entrada principal.
Parte do dinheiro será usado para ampliação do prédio, que receberá uma unidade de empréstimo de livros, atualmente instalada em outro prédio a dois quarteirões de distância.
Estive lá em duas ou três ocasiões, e pude conferir: o serviço é muito bom. Em 1992, já se podia utilizar PCs para obter a localização de livros – encontrei, por exemplo, “O Xangô de Baker Street”, de Jô Soares, em português.
Enquanto me recordo do frio e da impressionante coleção de livros que aquela biblioteca guarda, tento me lembrar de alguma notícia de que, em São Paulo, algum milionário tenha feito alguma doação para alguma biblioteca.
Nenhum nome me vem à cabeça. E você, se lembra de alguém?