05
Mar
2008
Vejam só: a Asus mostrou oficialmente esta semana, na feira européia CeBit, a versão remodelada do Eee PC. O Eee PC 900 ganhou tela de 8,9 polegadas (a anterior era de 7″), 1 GB de memória RAM, 12 GB de memória Flash interna (e que serve como disco rígido – no modelo anterior, variava de [...]
Vejam só: a Asus mostrou oficialmente esta semana, na feira européia CeBit, a versão remodelada do Eee PC. O Eee PC 900 ganhou tela de 8,9 polegadas (a anterior era de 7″), 1 GB de memória RAM, 12 GB de memória Flash interna (e que serve como disco rígido – no modelo anterior, variava de 2 GB a 8 GB) e webcam embutida de 1,3 megapixel (ante a resolução VGA da versão anterior).
No entanto, não sabemos onde a Asus instalou os alto-falantes, que no Eee PC 710 ficam ao lado da tela de 7 polegadas.
A bateria parece ter melhorado um pouco – a autonomia declarada agora é de 3,5 horas. O problema é o preço: na Europa, o Eee PC 900 deverá custar 399 euros, cerca de 610 dólares (cerca de 1.020 reais). Segundo a Asus, a novidade estará à venda no verão do Hemisfério Norte (leia-se junho) em países selecionados (leia-se Alemanha e Inglaterra – pelo menos).
E por aqui, quanto custaria? Eis um exercício de especulação: a julgar pelo Eee PC 710, que custa 399 dólares nos EUA e 1.150 reais no Brasil, podemos supor – aplicando o mesmo acréscimo proporcional de 50% que guia a diferença em dólar – que o Eee 900 sairia por cerca de 1.700 reais.
Quem dá mais?
05
Mar
2008
Leio que a concessionária ViaQuatro, responsável pela linha 4 – Amarela do Metrô de São Paulo, promete serviços de celular e internet a quem viajar em seus trens. A entrevista, de seis meses atrás, lembrou outra que publiquei no “Informática” do Estadão. Começava assim: “O Metrô de São Paulo vai, enfim, sair do isolamento. [...]

Leio que a concessionária ViaQuatro, responsável pela linha 4 – Amarela do Metrô de São Paulo, promete serviços de celular e internet a quem viajar em seus trens. A entrevista, de seis meses atrás, lembrou outra que publiquei no “Informática” do Estadão. Começava assim: “O Metrô de São Paulo vai, enfim, sair do isolamento. A estatal anunciou que está trabalhando num projeto para que os celulares funcionem nas estações subterrâneas e até dentro dos trens.”
O entrevistado de então, o chefe de departamento de Projeto e Sistemas de Controle e Comunicações Paulo Shibuya, dizia que o Metrô estava disposto a assinar parcerias com as operadoras de celular. Continuava a matéria: “A meta é que até março de 2004 tudo já esteja contratado.” Ah, se não disse, digo agora: a tal matéria foi publicada em 8 de setembro de 2003 – ou seja, caminhamos para 5 anos de atraso.
Por que demora tanto? Mistério. Ainda mais quando sabemos que, no Rio, o Metrô subterrâneo permite o uso de celular desde 2001 – a pioneira foi a Claro, que ainda se chamava ATL. À época, o presidente da Claro Carlos Henrique Moreira disse que simplesmente ofereceu o projeto ao Metrô. Disse ele à entrevista: “Pedi autorização e fiz. Investimos em torno de R$ 10 milhões. Não temos tráfego que justifique o gasto, mas a prestação de serviço é enorme.”
Uma pista para o impasse criado pelo Metrô à época é que o projeto teria de ser negociado em conjunto com todas as operadoras. A negociação miou.
Para comparar, em 2003 o Metrô de Paris começava a dispor de rede Wi-Fi em suas estações, num projeto chamado CitéMobile. Hoje o projeto tem 100 pontos de acesso em 46 estações, além de oferecer telefonia celular em 300 estações e recepção de telefonia digital móvel em caráter experimental (foto do topo).
Quase como aqui!