Toca-discos USB no Brasil: preço salgado

Tudo bem: toca-discos USB não são mesmo novidade. A Numark, por exemplo, já vende há algum tempo o TTUSB, que pode até ser comprado no Brasil aqui.
O problema, para variar, é o preço. O aparelho da Numark custa salgados 1.799 reais. (O preço de tabela nos EUA é 299,95 dólares.)
Não é à toa que o [...]

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Tudo bem: toca-discos USB não são mesmo novidade. A Numark, por exemplo, já vende há algum tempo o TTUSB, que pode até ser comprado no Brasil aqui.

O problema, para variar, é o preço. O aparelho da Numark custa salgados 1.799 reais. (O preço de tabela nos EUA é 299,95 dólares.)

Não é à toa que o lançamento da Sony empolga: o PS-LX300USB chegará às lojas americanas por simpáticos 150 dólares. Se custar 500 reais por aqui, já será um bom negócio…

Leia também: o novo toca-discos USB da Sony

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Vitrola USB? Prefiro um toca-discos

O lançamento, pela Sony, de um aparelho capaz de transferir músicas de discos de vinil para o computador via conexão USB nos leva a perguntar: será uma vitrola ou um toca-discos?
A resposta exige alguma pesquisa. Portanto, sejamos precisos: “Victrola” foi marca registrada pela empresa americana Victor, fabricante de fonógrafos de 1901 a 1929.
Quer mais história? [...]

O lançamento, pela Sony, de um aparelho capaz de transferir músicas de discos de vinil para o computador via conexão USB nos leva a perguntar: será uma vitrola ou um toca-discos?

A resposta exige alguma pesquisa. Portanto, sejamos precisos: “Victrola” foi marca registrada pela empresa americana Victor, fabricante de fonógrafos de 1901 a 1929.

Quer mais história? Vamos lá. Em 1929, a Victor foi vendida à Radio Corporation of America. Depois de alguns anos, a associação iria resultar na criação da marca RCA-Victor.

A marca Victrola sobreviveu até meados dos anos 70, tornando-se sinônimo de toca-discos. Achamos justo, contudo, chamar esses aparelhos pelo nome genérico de toca-discos. Afinal, vitrola é do tempo do meu avô!

Veja também: Sony lança toca-discos USB nos EUA

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TV digital: conversor Proview chega em março

Mais um receptor de TV digital está prestes a chegar às lojas. Seu fabricante é a Proview, de Taiwan, que tem uma fábrica em Manaus.
O projeto de fabricação foi analisado durante a última reunião de 2007 da Superintendência da Zona Franca de Manaus. O início da produção estava previsto para esta semana, conforme relatou [...]

TV National, de 1952Mais um receptor de TV digital está prestes a chegar às lojas. Seu fabricante é a Proview, de Taiwan, que tem uma fábrica em Manaus.

O projeto de fabricação foi analisado durante a última reunião de 2007 da Superintendência da Zona Franca de Manaus. O início da produção estava previsto para esta semana, conforme relatou a Gazeta Mercantil.

As vendas deverão começar já em março. O preço previsto inicialmente para o receptor era de 299 reais, mas a Folha de S.Paulo, citando o ministro das Comunicações Hélio Costa na página F2 do “Informática” de hoje, já fala em 180 reais.

Até agora, o receptor de TV digital mais barato é fabricado pela Positivo, não tem HDTV e custa 499 reais.

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Sobre lisura, respeito e Maluf

Leio no TI Inside que o deputado federal Paulo Maluf apresentou recurso no Superior Tribunal de Justiça contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que o condena por contratações sem concurso público, feitas pela Prodam, quando era prefeito de São Paulo. As contratações foram feitas pelo regime de CLT.
Para quem não [...]

Leio no TI Inside que o deputado federal Paulo Maluf apresentou recurso no Superior Tribunal de Justiça contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que o condena por contratações sem concurso público, feitas pela Prodam, quando era prefeito de São Paulo. As contratações foram feitas pelo regime de CLT.

Para quem não sabe, a Prodam é uma empresa de economia mista, controlada pela Prefeitura e encarregada de boa parte do processamento eletrônico de dados do município. Trabalhei lá entre julho de 1991, na metade da gestão Erundina, e janeiro de 1993, início da gestão Maluf.

Para ser admitido, prestei concurso – a prova foi realizada num prédio da rua Pedro de Toledo – e participei de entrevista. Não conhecia ninguém, não era filiado a nenhum partido. Simplesmente fiz uma prova, apresentei meu currículo e fui admitido como Analista de Suporte Técnico, com a missão de escrever uma API para acesso a bancos de dados a partir de um gerador automático de programas na linguagem C.

Para ser demitido, tive apenas que esperar. Assim que Maluf assumiu a prefeitura, começaram os cortes semanais. Entrei na lista do dia 23. Fui chamado a uma sala, onde um homem de meia idade, com camisa estampada aberta no peito e grossas correntes no pulso e no pescoço me deu uma carta e disse: “Não precisamos mais dos seus serviços. Pode entregar sua carteira ao Departamento Pessoal”.

Não tive que repassar meu trabalho a ninguém, nem me despedir. Era só pegar minhas coisas e ir embora.

Do resto, a Quinta Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado já sabe.

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Caneta-calendário, um gadget low-tech

No que diz respeito a canetas, pensei já ter visto de tudo. Caneta-relógio, caneta-carimbo, caneta-pendrive, caneta-rádio-FM… Mas ainda não conhecia a caneta-calendário, oferecida a 1 real por um camelô da Rua Augusta, na esquina com Avenida Paulista.
Nela, o calendário se desenrola como um pergaminho, e é puxado de volta à base por uma espécie [...]

caneta_calendario-peqNo que diz respeito a canetas, pensei já ter visto de tudo. Caneta-relógio, caneta-carimbo, caneta-pendrive, caneta-rádio-FM… Mas ainda não conhecia a caneta-calendário, oferecida a 1 real por um camelô da Rua Augusta, na esquina com Avenida Paulista.

Nela, o calendário se desenrola como um pergaminho, e é puxado de volta à base por uma espécie de mola. E tem 2 faces: uma com o calendário de 2008, outra com o de 2009, na improvável hipótese de a caneta durar até lá.

Não há indicação da origem, mas, pelas cinco argolas estampadas no plano de fundo do calendário, suspeito que sejam feitas na China, sede das Olímpíadas de 2008… :)

A caneta-calendário faria um belo par com o já clássico lápis-tabuada, não acham?

Leia também: Depois da caneta-calendário, vem aí a caneta-tabela-periódica

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