Carros perigosos: data marcada para morrer

É muito bem-vinda a iniciativa de obrigar fabricantes de veículos a fazer testes de colisão que incluam impactos nos passageiros, conforme noticiado pela revista AutoEsporte.
As resoluções 220 e 221 do Conselho Nacional de Trânsito prevêem que os modelos a partir de 2012 terão de passar por “testes de impacto com critérios biomecânicos”. Os modelos já [...]

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É muito bem-vinda a iniciativa de obrigar fabricantes de veículos a fazer testes de colisão que incluam impactos nos passageiros, conforme noticiado pela revista AutoEsporte.

As resoluções 220 e 221 do Conselho Nacional de Trânsito prevêem que os modelos a partir de 2012 terão de passar por “testes de impacto com critérios biomecânicos”. Os modelos já fabricados terão que se adaptar até 2014.

A resolução 221 explicita a necessidade de testes que garantam o isolamento do sistema de combustível – necessidade óbvia, mas que não foi seguida em projetos como o do velho Chevette, cujo tanque – bem atrás do banco traseiro – transformava o interior do carro em um potencial coquetel Molotov.

Curioso mesmo é ouvir da Fiat que alguns modelos já estão condenados por causa da inviabilidade econômica das adaptações necessárias – caso do Mille, que já tem seu fim estimado para 2011. Se é perigoso, por que não mudar agora?

E que dizer da resposta da Volkswagen sobre a Kombi? À revista, ela simplesmente se limitou a dizer que é “muito cedo” para comentar normas que só vigorarão daqui a 5 anos. Vale a observação: se a empresa sabe dos riscos, por que esperar?

A revista traz ainda uma galeria de vídeos com testes de colisão feitos na Europa, de carros comercializados no Brasil. Vale a pena.

Veja também: Mille está com os dias contados e Kombi picape: segura?

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Malhação divertida, promessa da Nintendo

A preguiça na hora do exercício pode estar com os dias contados. O motivo é o Wii Fit, jogo da Nintendo que promete acabar com a imagem de sedentário dos fanáticos por games – e, de quebra, deverá conquistar quem não pode sequer ouvir a palavra “game”.
O Wii Fit baseia-se num novo acessório chamado Balance [...]

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A preguiça na hora do exercício pode estar com os dias contados. O motivo é o Wii Fit, jogo da Nintendo que promete acabar com a imagem de sedentário dos fanáticos por games – e, de quebra, deverá conquistar quem não pode sequer ouvir a palavra “game”.

O Wii Fit baseia-se num novo acessório chamado Balance Board. Ele tem o aspecto banal de uma balança de banheiro, mas faz bem mais que pesar: é capaz de inferir seu índice de massa corporal, o centro de gravidade de seu corpo e seus movimentos nas quatro direções.

O Wii Fit conduz o jogador em mais de 40 atividades físicas, classificadas em exercícios aeróbicos, condicionamento muscular, posições de ioga e jogos de equilíbrio. O progressowii_fit_2.jpg do jogador ao longo do tempo é mostrado na forma de gráficos, que comparam o desempenho dos diversos membros da família.

Para convencer novos adeptos e acalmar os céticos, a Nintendo tem convidado universidades a testar os efeitos do jogo em adolescentes, revela o jornal inglês The Guardian. Uma das principais dúvidas é se a prática de exercícios na frente do videogame é capaz de substituir os exercícios reais.

O Wii Fit foi mostrado em julho de 2007 na feira E3, dedicada às diversões eletrônicas. Foi lançado em dezembro no Japão e, desde então, a Nintendo diz ter vendido cerca de 1,4 milhão de unidades. A novidade deverá chegar à Europa em 25 de abril. Aos Estados Unidos, chegará um pouco mais tarde – 19 de maio, segundo o jornal San Francisco Chronicle -, com preço estimado em cerca de 100 dólares. Quase o preço de uma esteira.

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