Avião a álcool? No Brasil, é notícia velha

Sobre aviões movidos por combustível alternativo, vale lembrar que uma empresa brasileira vende desde 2004 o pequeno Ipanema a álcool, voltado para pulverização de lavouras.
O projeto de um avião movido a álcool teve início em 1980, época do Proálcool. Foi retomado em 2002 pela Neiva, uma empresa ligada à Embraer.
O Ipanema é um monomotor cujo [...]

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Sobre aviões movidos por combustível alternativo, vale lembrar que uma empresa brasileira vende desde 2004 o pequeno Ipanema a álcool, voltado para pulverização de lavouras.

O projeto de um avião movido a álcool teve início em 1980, época do Proálcool. Foi retomado em 2002 pela Neiva, uma empresa ligada à Embraer.

O Ipanema é um monomotor cujo projeto já tem 30 anos. É líder do mercado nacional, com mil unidades vendidas.

À época do lançamento, em outubro de 2004, o Ipanema a álcool custava 735 mil reais. Quem tinha um Ipanema e desejava fazer a conversão pagaria, naquele ano, 70 mil.

Veja também: Noz amazônica levanta avião na Inglaterra

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Flash Mob ganha viés político em Portugal

Leio no “Diário de Notícias” de Lisboa que, na cidade de Porto, 400 professores participaram ontem de manifestação contra as políticas educacionais implementadas pela Ministra da Educação de Portugal.
Nada demais, não fosse por um detalhe: não havia sindicalistas. O protesto foi organizado de forma orgânica, por e-mail, blog e mensagens de celular.
Sem entender nada, os [...]

Leio no “Diário de Notícias” de Lisboa que, na cidade de Porto, 400 professores participaram ontem de manifestação contra as políticas educacionais implementadas pela Ministra da Educação de Portugal.

Nada demais, não fosse por um detalhe: não havia sindicalistas. O protesto foi organizado de forma orgânica, por e-mail, blog e mensagens de celular.

Sem entender nada, os policiais que foram chamados a acompanhar a manifestação queriam saber quem eram os líderes.

Pois é: não há líderes. Flash Mob é assim.

Bem-vindo ao século XXI…

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Noz amazônica levanta avião na Inglaterra

Avião pode voar com motor flex? É possível. Um Boeing 747 da Virgin Atlantic viajou de Londres a Amsterdã na semana passada, alimentado por óleos de babaçu da Amazônia e de coco, entre outros combustíveis.
O jornal canadense Globe and Mail conta que a mistura usada pelo avião da Virgin combinou 20% de biocombustíveis e 80% [...]

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Avião pode voar com motor flex? É possível. Um Boeing 747 da Virgin Atlantic viajou de Londres a Amsterdã na semana passada, alimentado por óleos de babaçu da Amazônia e de coco, entre outros combustíveis.

O jornal canadense Globe and Mail conta que a mistura usada pelo avião da Virgin combinou 20% de biocombustíveis e 80% de combustível de aviação.

Para o fundador da Virgin, o milionário inglês Richard Branson, o uso de óleo de babaçu é apenas uma etapa inicial do uso de biocombustíveis. Ele disse ao jornal que não quer usar combustíveis que possam interferir nos preços da indústria de alimentação, caso do óleo de milho. Sensato.

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Retro-review: TI-66 (1983)

Numa época em que os PCs eram quase um sonho de tão caros, as calculadoras dominavam – como esta TI-66 programável, lançada em 1983.

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Numa época em que computador pessoal era sonho, as calculadoras dominavam. A da foto é a TI-66, da Texas Instruments. Lançada nos EUA em 1983, foi comprada no Brasilti66-ad.jpg em 1985 para ajudar nas aulas de Física do Ensino Médio, mas a escolha logo mostrou-se equivocada. Não havia teclas de conversão de unidades, por exemplo.

Em compensação, ela tinha recursos de sobra para quem gostava de programar. Sua memória armazena até 512 passos, ou 64 registradores – para a época, um latifúndio. Cada registrador consome 8 passos de programação; cabia ao usuário encontrar o melhor arranjo, alocando apenas os registradores necessários e liberando espaço para os programas.

A TI-66 representou uma mudança radical em relação aos modelos anteriores. Não é para menos: a TI-66 não foi fabricada pela Texas e sim pela Toshiba no Japão, segundo especificações da Texas. A etiqueta da versão brasileira indica “Assembled in Brazil”. A nacionalização incluiu também uma capa de couro sintético relativamente grosseira, sem forro, e que parece ter sido responsável pelos desgastes e riscos nas bordas do painel.

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Todas as principais instruções de controle de programas estão presentes na TI-66. Decremento/incremento de contador, comparação de valores (igual, diferente, maior-igual, menor), “flags”, “labels” e subrotinas estavam ao alcance do teclado.

Os comandos são inseridos na memória depois de se pressionar o botão LRN (Learn). Uma vantagem da TI-66 é o uso de mneumônicos (códigos alfanuméricos curtos) na programação – as outras calculadoras guardam um código numérico relativo a cada tecla pressionada, o que dificulta a depuração de erros.

Apresentada como evolução da TI-58/59, a TI-66 perdia em alguns pontos. Não permitia o armazenamento de programas em mídia externa (cartões ou fitas) e era bem mais lenta que as antecessoras. Em compensação, a bateria (2 x LR44) dura bem mais, e um pequeno conector serial permite o uso de uma impressora Texas PC-200 (extremamente rara, diga-se). Suas teclas são macias e resistentes e o design retangular é moderno até para os dias de hoje.

Texas TI-66 Programmable

Lançamento: 1983

Aquisição: 1985

Número de série: 50709

Preço EUA (1983): US$ 69,95

Preço EUA (2007): US$ 148,44, atualizado pelo The Inflation Calculator

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