22
Feb
2008
Vejam só: a Secretaria da Educação de São Paulo disse que vai comprar mais computadores para as escolas.
Segundo a nota da Agência Estado, os micros terão tela LCD, 2 gigabytes de memória RAM e gravador de DVD, entre outros itens.
A compra de “estações de trabalho com disco e estabilizador” será feita pelo Fundo para o [...]
Vejam só: a Secretaria da Educação de São Paulo disse que vai comprar mais computadores para as escolas.
Segundo a nota da Agência Estado, os micros terão tela LCD, 2 gigabytes de memória RAM e gravador de DVD, entre outros itens.
A compra de “estações de trabalho com disco e estabilizador” será feita pelo Fundo para o Desenvolvimento da Educação (FDE). O edital foi publicado hoje, no site da FDE. Ainda segundo a nota, estima-se que a verba disponível seja de 22 milhões de reais.
De acordo com o edital, a compra mensal minima será de 15 e a máxima, de 1.250. Em 12 meses, se as compras máximas mensais forem atingidas, o total de micros chegaria a 15 mil.
O pregão, que será presencial, foi agendado para 29 de fevereiro.
22
Feb
2008
Quando soube do roubo de peças de notebooks da Petrobras, estranhei que tivessem levado também as memórias RAM dos aparelhos. “Afinal”, pensei, “os dados ficam nos discos rígidos, que também foram levados”.
Como sou ingênuo. Não é que hoje, no “The New York Times“, o experiente repórter John Markoff descreve um “novo método de recuperar informações [...]
Quando soube do roubo de peças de notebooks da Petrobras, estranhei que tivessem levado também as memórias RAM dos aparelhos. “Afinal”, pensei, “os dados ficam nos discos rígidos, que também foram levados”.
Como sou ingênuo. Não é que hoje, no “The New York Times“, o experiente repórter John Markoff descreve um “novo método de recuperar informações codificadas” mediante o congelamento de memórias RAM?
A técnica, divulgada pela Universidade de Princeton, baseia-se numa constatação engenhosa. Quando um micro – com dados criptografados no HD – é ligado, a “chave de descriptação” é carregada na memória RAM.
Ocorre que, ao contrário do que se pensava, depois que se desliga o PC a RAM não é apagada. Os pesquisadores de Princeton descobriram que os dados ficam ali, por segundos ou até minutos. E, quando a memória é congelada (com nitrogênio líquido, por exemplo), outros equipamentos podem ser capazes de ler seu conteúdo e descobrir as tais chaves que “abrem” os HDs.
E agora, ainda dá para acreditar em crime comum?