Metrô de SP: lixeiras de volta em março

Finalmente o Metrô de São Paulo decidiu que vai recolocar as lixeiras nas áreas internas de suas estações. O trabalho começa dia 1.o de março, na Estação Sé.
As lixeiras tinham sido retiradas havia 1 ano por recomendação da Polícia, que temia atentados a bomba (na época, algumas ameaças foram registradas e pelo menos uma bomba [...]

Finalmente o Metrô de São Paulo decidiu que vai recolocar as lixeiras nas áreas internas de suas estações. O trabalho começa dia 1.o de março, na Estação Sé.

As lixeiras tinham sido retiradas havia 1 ano por recomendação da Polícia, que temia atentados a bomba (na época, algumas ameaças foram registradas e pelo menos uma bomba explodiu dentro de um vagão).

Agora só falta instalarem ar-condicionado nos vagões, especialmente nos da linha Vermelha. Já fiz o pedido (há um ano) e, como resposta, fiquei sabendo que a linha não comportaria mais um acréscimo no consumo de eletricidade.

Curiosidade: sei de pelo menos uma pessoa que não tinha notado a ausência das lixeiras. Onde será que ela jogava o lixo, então? Mistério.

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O rato multicor da Multilaser

Nunca entendi o porquê de todos os PCs serem bege. Claro, hoje isso mudou – são todos ou prata, ou preto, ou os dois -, mas houve uma época em que micro colorido era tabu. Não sei se alguém lembra: na época da reserva de mercado, em 1985, uma empresa decidiu pintar seus PCs (montados [...]

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Nunca entendi o porquê de todos os PCs serem bege. Claro, hoje isso mudou – são todos ou prata, ou preto, ou os dois -, mas houve uma época em que micro colorido era tabu. Não sei se alguém lembra: na época da reserva de mercado, em 1985, uma empresa decidiu pintar seus PCs (montados com caixas de aço) com cores berrantes: roxo, vermelho, amarelo… Duvido que tenham vendido algum (e o engraçado é que os monitores eram monocromáticos).

Aí o tempo passa e, 10 anos mais tarde, a Apple lança seus iMac em cores. Eram quase todos legais (gostava muito do Indigo Blue), mas sempre havia o risco de se enjoar da cor escolhida – o ideal, sempre pensei, era ter todos. E toda a indústria copiou: lá vieram os Compaq torre com frente plástica intercambiável (e que era vendida a 79 reais), os kits (toscos) de teclado e caixinhas de som para PC com plástico translúcido, até chegarmos aos notebooks Vaio e Dell de hoje, com tampas de diferentes cores (e até o Eee PC começa a ser vendido nos EUA com tampas multicoloridas).

Tudo isso me veio à mente quando soube do lançamento da Multilaser, a saber, um mouse com capa removível (foto). Ele é do tipo USB e será vendido em 2 embalagens: uma com apenas uma plaquinha (24,99 reais) e outra, com todas as plaquinhas (25,99). Finalmente poderemos ter todas as cores ao alcance da mão – literalmente.

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Inglaterra e os microcarros da Peel

O carrinho aí da foto não é de mentira. Existe mesmo – mas na Inglaterra. O P50 é apenas um dos exóticos microcarros fabricados pela Peel, da Ilha de Man – um lugar cuja bandeira não é menos exótica (três pernas saindo de um vértice comum).
O P50 parece cria do delírio dos anos 60. Segundo [...]

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O carrinho aí da foto não é de mentira. Existe mesmo – mas na Inglaterra. O P50 é apenas um dos exóticos microcarros fabricados pela Peel, da Ilha de Man – um lugar cuja bandeira não é menos exótica (três pernas saindo de um vértice comum).

O P50 parece cria do delírio dos anos 60. Segundo a lenda, foi concebido para levar umaInterior do Peel P50 pessoa e sua sacola de compras (embora duvide que a sacola caiba em um espaço tão reduzido). Feito para circular pelo litoral da Ilha de Man, tem carcaça em fibra de vidro e usa um motorzinho de 49 cc que chega, no máximo, a 60 km/h.

É curioso lembrar que o P50 só tem três marchas à frente – “dar ré” significa sair do carro e arrastá-lo por uma alça na traseira.

A “marcha a ré” do Peel P50O que surpreende nos carrinhos da Peel nem é o tamanho – só aqui, em São Paulo, encontramos fabricantes de microcarros em forma de bugues e até de caminhões -, mas sim a permissão, dada pela Inglaterra, de rodar entre os grandes – algo que raros países têm coragem de fazer.

Para qualquer fabricante, o P50 já seria prova de ousadia. Mas a Peel foi além. Um de seus minicarros, chamado Trident, tem teto de bolha de vidro, como as naves de “Os Jetsons” (aconselha-se evitar capotamentos).

Segundo a Wikipedia, poucas dezenas de P50 ainda rodam por aí. Nas mãos de colecionadores, chegam a custar até 35 mil libras (85 mil reais). Saudosistas e curiosos endinheirados podem encomendar réplicas, destes e de outros microcarros – como o Messerschmitt, visto no filme “Brazil”, de Terry Gilliam. Elas custam a partir de 10 mil libras (35 mil reais).

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