06
Feb
2008
A foto, obtida no site da Volkswagen alemã (clique na miniatura para ver a imagem ampliada), mostra o porta-malas de um Fox europeu. Note a alavanca que destrava o banco de trás – uma solução simples, mas que foi substituída, no Brasil, por uma alça de tecido.
O problema dos ferimentos com o Fox ocorre quando [...]

A foto, obtida no site da Volkswagen alemã (clique na miniatura para ver a imagem ampliada), mostra o porta-malas de um Fox europeu. Note a alavanca que destrava o banco de trás – uma solução simples,
mas que foi substituída, no Brasil, por uma alça de tecido.
O problema dos ferimentos com o Fox ocorre quando alguém inadvertidamente encaixa o dedo na argola que prende a alça. Assim que o banco é solto, uma mola puxa de volta a alça, recolhendo a argola e machucando o dedo. Foi assim que alguns donos de Fox perderam parte do dedo.
Nem é preciso dizer que, no caso do Fox europeu, o acidente é impossível de ocorrer.
Veja também: Impostos dobram preço de carro no Brasil
06
Feb
2008
Carros mundiais, como o VW Fox, permitem comparar modelos vendidos nas diversas partes do mundo. Foi o que fez a Associação Pro Teste. Entre 2006 e 2007, a entidade levou um Fox básico comprado no Brasil a um laboratório alemão de testes de colisão (crash test), feitos segundo a metodologia EuroNCAP.
O resultado foi previsível: o [...]

Carros mundiais, como o VW Fox, permitem comparar modelos vendidos nas diversas partes do mundo. Foi o que fez a Associação Pro Teste. Entre 2006 e 2007, a entidade levou um Fox básico comprado no Brasil a um laboratório alemão de testes de colisão (crash test), feitos segundo a metodologia EuroNCAP.
O resultado foi previsível: o Fox mais vendido no país não oferece o mesmo nível de segurança da versão européia mais vendida, por não ter Air Bag nem cintos de segurança mais modernos (veja os vídeos aqui).
Em nota, a Volkswagen afirmou que, apesar de não haver lei – aqui ou na Europa – que obrigue fabricantes a equipar carros com Air Bag, 100% dos consumidores de lá preferem modelos com os dispositivos de segurança, enquanto no Brasil só 2,8% dos consumidores optam pelo mecanismo.
A Associação Pro Teste se dispôs a pedir ao governo que reduza os impostos sobre equipamentos de segurança nos veículos – um kit com Air Bag para o Fox, por exemplo, aumentaria o preço final em 6 mil reais. Já existem 2 projetos de lei que, se aprovados, obrigariam os fabricantes a equipar os carros novos com Air Bags.
Isso não explica, contudo, por que alguns detalhes de segurança e ergonomia – como o caso da argola que decepa dedos (foto acima), dos cintos de segurança mais “seguros” e do alarme que avisa quando o cinto não está afivelado – não poderiam ser melhorados por iniciativa do fabricante.
06
Feb
2008
Nem Toyota Prius, nem Chevrolet Volt. Tudo indica que o carro elétrico brasileiro será mesmo chinês. No fim de janeiro, a Jinxiang Fang Neng Electromobile assinou um protocolo de intenções com a Prefeitura de Rolante, no Rio Grande do Sul, para a criação de uma fábrica de carros elétricos de pequeno porte. O que se [...]
Nem Toyota Prius, nem Chevrolet Volt. Tudo indica que o carro elétrico brasileiro será mesmo chinês. No fim de janeiro, a Jinxiang Fang Neng Electromobile assinou um protocolo de intenções com a Prefeitura de Rolante, no Rio Grande do Sul, para a criação de uma fábrica de carros elétricos de pequeno porte. O que se sabe é que a empresa, fundada em 2004, quer fabricar um minicarro com capacidade para 2 pessoas.
Não foram divulgados detalhes sobre o modelo a ser produzido aqui. Mas um site chinês dá a dica: há pelo menos 2 carrinhos que poderiam ser trazidos para cá. São identificados pelos códigos BS-J4 (acima) e BS-BP4 (abaixo, à dir.); ambos usam bateria de chumbo-ácido (recarregável na tomada) e têm autonomia de 100 km a 150 km. Seu motor elétrico têm potências entre 2.200 Watts e 4.000 Watts e produzem correntes de 100 Ah a 200 Ah. O BS-J4 alcança velocidade máxima de 65 km/h e o BS-BP4, que lembra muito o europeu Smart, chega a 70 km/h.
O preço dos carrinhos também é uma incógnita. Estima-se que custem 7 mil reais – com frete e impostos, poderiam chegar a 12 mil. Se os planos derem certo, a fábrica começará a ser montada em abril e os carros, que inicialmente seriam importados, estariam à venda até o fim do ano.
Veja também: Motos elétricas no Brasil