05
Feb
2008
Repare nesta foto. É uma imagem da TV – mais precisamente, do canal de TV a cabo A&E, num dos intervalos do filme “Legally Blonde 2″, exibido na tarde desta terça-feira. Bem no meio do filme, a legenda emperrou – e uma das falas, escrita em amarelo, ficou lá na tela durante todo o resto [...]

Repare nesta foto. É uma imagem da TV – mais precisamente, do canal de TV a cabo A&E, num dos intervalos do filme “Legally Blonde 2″, exibido na tarde desta terça-feira. Bem no meio do filme, a legenda emperrou – e uma das falas, escrita em amarelo, ficou lá na tela durante todo o resto do filme, incluindo os outros intervalos, e até depois que o filme acabou. Na verdade, enquanto escrevo, ela ainda está lá.
Automação pode reduzir erros e aumentar produtividade, mas deixar um canal de TV sob o comando do computador – como parece ser o caso aqui – é um desrespeito ao telespectador.
05
Feb
2008
Moto elétrica, no Brasil, pode ser sinônimo de brinquedo infantil. Mas nos Estados Unidos ela luta para se tornar coisa séria. Lá tem a Evader, distribuidora de motos elétricas de origem chinesa. Seus 2 modelos – EV Rally e EV 1000 – têm diferenças sutis de design e um conjunto eletromecânico comum.
As motos da Evader [...]

Moto elétrica, no Brasil, pode ser sinônimo de brinquedo infantil. Mas nos Estados Unidos ela luta para se tornar coisa séria. Lá tem a Evader, distribuidora de motos elétricas de origem chinesa. Seus 2 modelos – EV Rally e EV 1000 – têm diferenças sutis de design e um conjunto eletromecânico comum.

As motos da Evader têm motor de 1.000 Watts, velocidade máxima de cerca de 50 km/h e são abastecidas pela tomada comum. Suas baterias são do tipo chumbo-ácido e duram cerca de 2 anos. A recarga leva de 2 a 6 horas e permite rodar até 80 km.
Para subidas mais íngremes, a moto tem o botão Hyper Drive, que entrega mais força ao motor pelo tempo necessário. Como não fazem barulho, as motos têm soluções curiosas – como um sensor no banco, que bloqueia o acelerador se não houver ninguém montado.
A EV Rally e a RV 1000 têm preço sugerido de 2,5 mil dólares. A Evader chegou a participar do Salão Duas Rodas de 2005 – na época, prometeu uma fábrica, que poderia ser em Manaus ou no Piauí.
Manaus ganhou a parada. A brasileira Bramont será a montadora local e as primeiras Evader deverão chegar ao mercado este ano.
**Conheça também: a moto elétrica de alta potência da Vectrix.
05
Feb
2008
O Brasil pode não ter carros elétricos como os dos americanos. Mas tem motos elétricas como as dos asiáticos: são 5 modelos, lançados no ano passado pela Motor Z, de São Bernardo do Campo (SP). É verdade que são modestas: têm potência entre 500 W e 1.000 W, com autonomia entre 40 km e 55 [...]

O Brasil pode não ter carros elétricos como os dos americanos. Mas tem motos elétricas como as dos asiáticos: são 5 modelos, lançados no ano passado pela Motor Z, de São Bernardo do Campo (SP). É verdade que são modestas: têm potência entre 500 W e 1.000 W, com autonomia entre 40 km e 55 km e velocidade máxima que não supera os 50 km/h.
Para uma cidade como São Paulo, as “motinhas” podem deixar a desejar: é que o motorzinho elétrico não permite trânsito fácil em ladeiras. O habitat ideal, segundo a Motor Z, são locais planos, como cidades do litoral ou condomínios fechados, e trajetos curtos, que permitam ir e voltar com uma única carga. O tempo de recarga das baterias (seladas, de chumbo) varia de 2 a 8 horas.

As motos elétricas foram lançadas em março, com preços a partir de 3.650 reais. Em outubro, a Motor Z anunciou 3 novas motos – duas scooters e uma cub -, todas movidas a gasolina. São mais potentes, mas nunca chegarão a ter as comodidades do motor elétrico. Afinal, abastecer na tomada e dispensar óleo lubrificante não é para qualquer um.
Falta à Motor Z, no entanto, tornar clara sua política de tratamento e reciclagem das baterias de chumbo e ácido, potencialmente perigosas para o ambiente…
Veja também: Quem matou o carro elétrico?