TV digital USB: a opção Multilaser

Mais um receptor de TV digital USB deve chegar às lojas. A Multilaser promete lançar em abril seu Mini Receptor USB. Segundo a empresa, o aparelhinho permitirá assistir à programação digital e gravar trechos no PC ou notebook – coisa que os concorrentes também fazem. A Multilaser também afirma que seu Mini Receptor é compatível [...]

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Mais um receptor de TV digital USB deve chegar às lojas. A Multilaser promete lançar em abril seu Mini Receptor USB. Segundo a empresa, o aparelhinho permitirá assistir à programação digital e gravar trechos no PC ou notebook – coisa que os concorrentes também fazem. A Multilaser também afirma que seu Mini Receptor é compatível com Windows Vista – outra promessa comum a todos, mas que às vezes esconde alguns tropeços.

O preço não foi divulgado, mas, se custar menos de 300 reais, já será um grande avanço.

Em tempo: segundo o cronograma divulgado pelo Ministério das Comunicações, as próximas cidades a ter transmissão de TV digital serão Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Salvador e Rio de Janeiro. O prazo é janeiro de 2010, mas, com exceção de Belo Horizonte, essas capitais deverão iniciar a transmissão comercial em julho de 2008. Como quase tudo, o negócio é esperar para ver.

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Retro-review: HP-20S

A HP-20S chegou às minhas mãos em outubro de 1990 para ajudar nas aulas do bacharelado em Física, que não completei. Veio para substituir uma enorme Casio FX850P, que tinha teclado alfanumérico e era até programável em Basic, mas que se tornava um estorvo na bancada do laboratório.
Comparada à Casio, a HP-20S era bastante simples, [...]

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A HP-20S chegou às minhas mãos em outubro de 1990 para ajudar nas aulas do bacharelado em Física, que não completei. Veio para substituir uma enorme Casio FX850P, que tinha teclado alfanumérico e era até programável em Basic, mas que se tornava um estorvo na bancada do laboratório.

Comparada à Casio, a HP-20S era bastante simples, porém muito mais adequada para uso em sala de aula. Seu design vertical e o uso do sistema algébrico significava uma ruptura em relação às HP 11/12/15 C, que eram horizontais e usavam o sistema RPN de entrada de dados. Mantinha, no entanto, a construção robusta, com teclas de resposta tátil, e um display de 12 dígitos, que podia ter seu contraste ajustado pela combinação da tecla On com as teclas + e -.

A 20S é generosa em funções pré-programadas: tem combinatória, permutação, fatorial, conversão de coordenadas, de ângulos e de horas, e operações com bases hexadecimal, octal e binária, além de funções estatísticas.

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A programação era limitada pela memória de 99 passos e 10 posições de memória. Havia, no entanto, um diferencial: uma biblioteca com 6 programas embutidos, nomeados de A a F, e que podiam ser carregados na memória principal com o comando Load. Esses programas calculavam raízes de sistemas, resolviam integração numérica, operavam com números complexos e matrizes, entre outros truques.

Apesar da memória limitada, a HP tinha uma vantagem em relação ao sistema usado pela Texas na TI-66. Na HP, uma seqüência de teclas, como “go to label A” (GTO LBL A), era computada como um único passo, enquanto a Texas contava três.

Em desempenho, a HP-20S não decepcionava. Escrevemos um programa de fatorial para a HP e, mesmo com mais comandos que a versão da TI-66, ele levou 3 segundos para calcular 69!. Usando-se a função pré-programada, o tempo foi ainda menor: 0,7 segundo. Só para comparar, o programa equivalente na Texas TI-66 levou 48 segundos para dar o resultado. Ah, e como a HP 20 S trabalha com mantissa de 3 dígitos, ela pode calcular fatoriais de números bem maiores que 69…

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Uma curiosidade: esse modelo foi produzido no Brasil pela Edisa, que à época representava a HP no País. Coisa rara hoje em dia.

HP-20S

Produção: 1989-2002

Sistema: algébrico (não-RPN)

Memória: 99 passos/10 registradores

Número de série: 3034B99472

Preço nos EUA: a partir de 50 dólares (usadas) e 100 dólares (novas, cada vez mais raras)

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Produção recorde de carros: comemorar o que?

Muito se falou sobre o recorde brasileiro de produção de veículos de 2007. Segundo a Anfavea, a produção local chegou a 2,97 milhões de veículos montados e desmontados (estes últimos, para exportação). O licenciamento total de veículos novos (nacionais e importados) atingiu 2,46 milhões de unidades. Destes, 1,8 milhão foram carros de passageiros.
É muito? Em [...]

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Muito se falou sobre o recorde brasileiro de produção de veículos de 2007. Segundo a Anfavea, a produção local chegou a 2,97 milhões de veículos montados e desmontados (estes últimos, para exportação). O licenciamento total de veículos novos (nacionais e importados) atingiu 2,46 milhões de unidades. Destes, 1,8 milhão foram carros de passageiros.

É muito? Em termos absolutos, sim.

Em termos relativos, contudo, o resultado torna-se perturbador.

Tomemos o Canadá para comparação. Cerca de 1,69 milhão de veículos foram vendidos por lá em 2007. Os veículos leves – carros de passeio – somaram 858 mil.

Vamos às contas. O Canadá tem população estimada em 33 milhões. O Brasil, em 186 milhões.

Logo, no Canadá em 2007 vendeu-se um carro de passeio novo para cada grupo de 38 pessoas. No Brasil, no mesmo período, vendeu-se um carro de passeio novo para cada grupo de 103 pessoas. Em termos relativos, portanto, o Canadá vendeu quase 3 vezes mais carros que o Brasil.

Vamos olhar os números brasileiros mais de perto. Dos 1,8 milhão de veículos de passeio vendidos em 2007, 54% (1,07 milhão) tinham motor 1.0; 44,6% (881 mil) tinham motor melhor que 1.0 e até 2.0. Apenas 1,4% dos carros vendidos, ou 27.422 unidades, tinham motorização melhor que 2.0.

Ou seja: aquele carro zero grandão e potente que vemos nos comerciais da novela das oito é privilégio de 1 entre 6.780 brasileiros.

Quase igual ao Canadá.

Fontes: Statistics Canada e Anfavea

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TV digital USB: preço em queda

Não deixa de ser boa notícia saber que os receptores USB para TV digital romperam a barreira dos 399 reais. Agora mesmo uma loja vende o receptor Mob TV 100, da Tec Toy, a 326 reais, ou em 10 parcelas de 32,60.
Interessado? Então confira antes o teste que o Zumo fez com o aparelhinho.
Quando o [...]

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Não deixa de ser boa notícia saber que os receptores USB para TV digital romperam a barreira dos 399 reais. Agora mesmo uma loja vende o receptor Mob TV 100, da Tec Toy, a 326 reais, ou em 10 parcelas de 32,60.

Interessado? Então confira antes o teste que o Zumo fez com o aparelhinho.

Quando o preço cair para cerca de 100 reais, aí conversaremos!

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Licença para dirigir? Não, obrigado

Quando era adolescente, invejava os americanos por permitirem que maiores de 16 anos pudessem dirigir carros.
Ok, há por lá uma série de restrições: não se pode dirigir à noite, é preciso levar um adulto junto, etc. Mesmo assim, parecia legal – e em alguns Estados até maiores de 14 anos podem dirigir.
Mas não é que [...]

Quando era adolescente, invejava os americanos por permitirem que maiores de 16 anos pudessem dirigir carros.

Ok, há por lá uma série de restrições: não se pode dirigir à noite, é preciso levar um adulto junto, etc. Mesmo assim, parecia legal – e em alguns Estados até maiores de 14 anos podem dirigir.

Mas não é que os adolescentes americanos de hoje mudaram de idéia? Segundo o The New York Times, só 29,8% dos adolescentes tiraram a carteira de motorista em 2006 nos Estados Unidos. Em 1998, a fatia era de 43,8%.

Curiosamente, a oferta de cursos de Educação para o Trânsito nas escolas de Ensino Médio de lá também caiu. Nos anos 80, 90% dos sistemas de ensino ofereciam o treinamento. Hoje esse número não passa de 20%.

Por que será, hein?

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Toca-discos USB no Brasil: preço salgado

Tudo bem: toca-discos USB não são mesmo novidade. A Numark, por exemplo, já vende há algum tempo o TTUSB, que pode até ser comprado no Brasil aqui.
O problema, para variar, é o preço. O aparelho da Numark custa salgados 1.799 reais. (O preço de tabela nos EUA é 299,95 dólares.)
Não é à toa que o [...]

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Tudo bem: toca-discos USB não são mesmo novidade. A Numark, por exemplo, já vende há algum tempo o TTUSB, que pode até ser comprado no Brasil aqui.

O problema, para variar, é o preço. O aparelho da Numark custa salgados 1.799 reais. (O preço de tabela nos EUA é 299,95 dólares.)

Não é à toa que o lançamento da Sony empolga: o PS-LX300USB chegará às lojas americanas por simpáticos 150 dólares. Se custar 500 reais por aqui, já será um bom negócio…

Leia também: o novo toca-discos USB da Sony

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Vitrola USB? Prefiro um toca-discos

O lançamento, pela Sony, de um aparelho capaz de transferir músicas de discos de vinil para o computador via conexão USB nos leva a perguntar: será uma vitrola ou um toca-discos?
A resposta exige alguma pesquisa. Portanto, sejamos precisos: “Victrola” foi marca registrada pela empresa americana Victor, fabricante de fonógrafos de 1901 a 1929.
Quer mais história? [...]

O lançamento, pela Sony, de um aparelho capaz de transferir músicas de discos de vinil para o computador via conexão USB nos leva a perguntar: será uma vitrola ou um toca-discos?

A resposta exige alguma pesquisa. Portanto, sejamos precisos: “Victrola” foi marca registrada pela empresa americana Victor, fabricante de fonógrafos de 1901 a 1929.

Quer mais história? Vamos lá. Em 1929, a Victor foi vendida à Radio Corporation of America. Depois de alguns anos, a associação iria resultar na criação da marca RCA-Victor.

A marca Victrola sobreviveu até meados dos anos 70, tornando-se sinônimo de toca-discos. Achamos justo, contudo, chamar esses aparelhos pelo nome genérico de toca-discos. Afinal, vitrola é do tempo do meu avô!

Veja também: Sony lança toca-discos USB nos EUA

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TV digital: conversor Proview chega em março

Mais um receptor de TV digital está prestes a chegar às lojas. Seu fabricante é a Proview, de Taiwan, que tem uma fábrica em Manaus.
O projeto de fabricação foi analisado durante a última reunião de 2007 da Superintendência da Zona Franca de Manaus. O início da produção estava previsto para esta semana, conforme relatou [...]

TV National, de 1952Mais um receptor de TV digital está prestes a chegar às lojas. Seu fabricante é a Proview, de Taiwan, que tem uma fábrica em Manaus.

O projeto de fabricação foi analisado durante a última reunião de 2007 da Superintendência da Zona Franca de Manaus. O início da produção estava previsto para esta semana, conforme relatou a Gazeta Mercantil.

As vendas deverão começar já em março. O preço previsto inicialmente para o receptor era de 299 reais, mas a Folha de S.Paulo, citando o ministro das Comunicações Hélio Costa na página F2 do “Informática” de hoje, já fala em 180 reais.

Até agora, o receptor de TV digital mais barato é fabricado pela Positivo, não tem HDTV e custa 499 reais.

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Sobre lisura, respeito e Maluf

Leio no TI Inside que o deputado federal Paulo Maluf apresentou recurso no Superior Tribunal de Justiça contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que o condena por contratações sem concurso público, feitas pela Prodam, quando era prefeito de São Paulo. As contratações foram feitas pelo regime de CLT.
Para quem não [...]

Leio no TI Inside que o deputado federal Paulo Maluf apresentou recurso no Superior Tribunal de Justiça contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que o condena por contratações sem concurso público, feitas pela Prodam, quando era prefeito de São Paulo. As contratações foram feitas pelo regime de CLT.

Para quem não sabe, a Prodam é uma empresa de economia mista, controlada pela Prefeitura e encarregada de boa parte do processamento eletrônico de dados do município. Trabalhei lá entre julho de 1991, na metade da gestão Erundina, e janeiro de 1993, início da gestão Maluf.

Para ser admitido, prestei concurso – a prova foi realizada num prédio da rua Pedro de Toledo – e participei de entrevista. Não conhecia ninguém, não era filiado a nenhum partido. Simplesmente fiz uma prova, apresentei meu currículo e fui admitido como Analista de Suporte Técnico, com a missão de escrever uma API para acesso a bancos de dados a partir de um gerador automático de programas na linguagem C.

Para ser demitido, tive apenas que esperar. Assim que Maluf assumiu a prefeitura, começaram os cortes semanais. Entrei na lista do dia 23. Fui chamado a uma sala, onde um homem de meia idade, com camisa estampada aberta no peito e grossas correntes no pulso e no pescoço me deu uma carta e disse: “Não precisamos mais dos seus serviços. Pode entregar sua carteira ao Departamento Pessoal”.

Não tive que repassar meu trabalho a ninguém, nem me despedir. Era só pegar minhas coisas e ir embora.

Do resto, a Quinta Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado já sabe.

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Caneta-calendário, um gadget low-tech

No que diz respeito a canetas, pensei já ter visto de tudo. Caneta-relógio, caneta-carimbo, caneta-pendrive, caneta-rádio-FM… Mas ainda não conhecia a caneta-calendário, oferecida a 1 real por um camelô da Rua Augusta, na esquina com Avenida Paulista.
Nela, o calendário se desenrola como um pergaminho, e é puxado de volta à base por uma espécie [...]

caneta_calendario-peqNo que diz respeito a canetas, pensei já ter visto de tudo. Caneta-relógio, caneta-carimbo, caneta-pendrive, caneta-rádio-FM… Mas ainda não conhecia a caneta-calendário, oferecida a 1 real por um camelô da Rua Augusta, na esquina com Avenida Paulista.

Nela, o calendário se desenrola como um pergaminho, e é puxado de volta à base por uma espécie de mola. E tem 2 faces: uma com o calendário de 2008, outra com o de 2009, na improvável hipótese de a caneta durar até lá.

Não há indicação da origem, mas, pelas cinco argolas estampadas no plano de fundo do calendário, suspeito que sejam feitas na China, sede das Olímpíadas de 2008… :)

A caneta-calendário faria um belo par com o já clássico lápis-tabuada, não acham?

Leia também: Depois da caneta-calendário, vem aí a caneta-tabela-periódica

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