27
Jan
2008
Vai ter de esperar pelo pedido no Fran´s Café da Fnac Pinheiros? Não tem problema: eles lhe darão um bipe. Isso mesmo, um velho bipe, pai do pager e avô do celular, daqueles que foram usados por médicos e advogados nos anos 70 e 80. Assim que seu pedido estiver pronto, um funcionário digitará, na [...]

Vai ter de esperar pelo pedido no Fran´s Café da Fnac Pinheiros? Não tem problema: eles lhe darão um bipe. Isso mesmo, um velho bipe, pai do pager e avô do celular, daqueles que foram usados por médicos e advogados nos anos 70 e 80. Assim que seu pedido estiver pronto, um funcionário digitará, na central instalada na loja (e que tem o tamanho de um telefone comum), o código do bipe, que tocará na sua mesa.
Não é apenas pelo ar retrô que o bipe atraiu minha atenção. Foi também pela iniciativa de reciclar uma tecnologia obsoleta, dando-lhe sobrevida e reduzindo o lixo hi-tech. Apenas uma sugestão: poderiam decorá-lo com cores e texturas… Que tal?
27
Jan
2008
Quase todas as engenhocas eletrônicas que amamos (ou odiamos) têm algo em comum: a embalagem de isopor. Embora o isopor seja 100% reciclável, seu recolhimento é economicamente inviável: cerca de 95% do volume do isopor é de ar. Para piorar, segundo reportagem da Folha de S.Paulo de 26 de janeiro de 2008, o faturamento de [...]
Quase todas as engenhocas eletrônicas que amamos (ou odiamos) têm algo em comum: a embalagem de isopor. Embora o isopor seja 100% reciclável, seu recolhimento é economicamente inviável: cerca de 95% do volume do isopor é de ar. Para piorar, segundo reportagem da Folha de S.Paulo de 26 de janeiro de 2008, o faturamento de uma recicladora com o isopor é de 25 centavos por quilo.
O jeito é levá-lo, nós mesmos, a um centro de reciclagem. Na cidade de São Paulo, o isopor pode ser deixado em Ecopontos. Recomenda-se ainda que as peças estejam limpas e livres de contaminação por resíduos. Tratado, o isopor vira até tijolo.
26
Jan
2008
Nos bancos e nas faculdades de Economia e Administração, a calculadora HP-12C reina absoluta. Mas de vez em quando surge quem a desafie. A valente da vez é a Victor V12, que imita (ou tenta imitar) o design da campeã. Segundo a fabricante, é um modelo “comparável” ao da HP: usa sistema RPN, é programável [...]

Nos bancos e nas faculdades de Economia e Administração, a calculadora HP-12C reina absoluta. Mas de vez em quando surge quem a desafie. A valente da vez é a Victor V12, que imita (ou tenta imitar) o design da campeã. Segundo a fabricante, é um modelo “comparável” ao da HP: usa sistema RPN, é programável e tem 125 funções estatísticas e financeiras. Como vantagem, a V12 usa 2 pilhas AAA – bem mais baratas e fáceis de achar que as baterias usadas pela HP. Em lojas como a The Nerds, chega a custar pouco mais de 36 dólares – uma HP original sai por quase 80 dólares na Calculator Source.
26
Jan
2008
Quem mora em São Paulo pode não ter carro elétrico, nem metrô com ar condicionado. Mas os habitantes da Zona Leste (zona Lost, para os íntimos) terão mais uma via de transporte alternativo: uma ciclovia à beira da Radial Leste. A pista, que vai ligar Tatuapé a Itaquera, começa a sair do papel (na foto, o trecho ao lado [...]

Quem mora em São Paulo pode não ter carro elétrico, nem metrô com ar condicionado. Mas os habitantes da Zona Leste (zona Lost, para os íntimos) terão mais uma via de transporte alternativo: uma ciclovia à beira da Radial Leste. A pista, que vai ligar Tatuapé a Itaquera, começa a sair do papel (na foto, o trecho ao lado do Metrô Carrão). É verdade que ela ganhou algumas soluções estranhas, como uma curva – feita para preservar uma árvore que ficou bem no meio do caminho. E não tem jeito: o ciclista vai ficar submetido à fumaça dos carros que lotam aquelas pistas, principalmente no período da manhã. Li nos jornais de bairro a promessa de um bicicletário no Metrô Tatuapé. Enquanto isso não acontece, já é um avanço ver que, em outras partes da cidade, já existem estacionamentos que aceitam bicicletas – caso da região da Avenida Paulista, próximo ao Conjunto Nacional, onde o período de 12 horas de estadia sai por 2 reais.
26
Jan
2008
Os compactos fazem parte do DNA da Fiat – uma escolha óbvia e inteligente, que respeita o predomínio, na Europa, das vielas medievais (e da gasolina cara). O Fiat Piccolo Bello (fotos) é mais um exemplo. Fotos do carrinho de 4 lugares foram divulgadas ainda em 2005, com previsão
de lançamento para 2008. Segundo as informações [...]

Os compactos fazem parte do DNA da Fiat – uma escolha óbvia e inteligente, que respeita o predomínio, na Europa, das vielas medievais (e da gasolina cara). O Fiat Piccolo Bello (fotos) é mais um exemplo. Fotos do carrinho de 4 lugares foram divulgadas ainda em 2005, com previsão
de lançamento para 2008. Segundo as informações da época, o Piccolo teria 2,65 m de comprimento (mais curto que o Tata Nano!) e 1,70 m de altura. Detalhe: a porta do motorista é deslizante - uma boa sacada para driblar estacionamentos apertados. Especulava-se que o motor teria 3 cilindros e a produção para o mercado europeu seria na Polônia. Mas a Fiat lançou o Fiat 500. E o Piccolo permanece na gaveta.
26
Jan
2008
Passo na Fnac da Avenida Paulista e encontro, na prateleira de acessórios para PC, uma capa de silicone para teclado. Queria um receptor de TV digital (ainda!), mas… Útil, pensei, para quem já sofreu com o derrame de café sobre o micro em funcionamento. Uhn… Só tem um problema: o preço, que chega a 80 [...]

Passo na Fnac da Avenida Paulista e encontro, na prateleira de acessórios para PC, uma capa de silicone para teclado. Queria um receptor de TV digital (ainda!), mas… Útil, pensei, para quem já sofreu com o derrame de café sobre o micro em funcionamento. Uhn… Só tem um problema: o preço, que chega a 80 reais. Muito pra mim, mas pode valer a pena quando seu teclado é algo como o Deck. A empresa fabrica teclados com iluminação LED em cada tecla. E você ainda pode escolher as estampas das teclas: padrão, Mac e Linux. O modelo de 82 teclas está disponível nas cores vermelho, azul e verde (ou Fogo, Gelo e Tóxico, segundo o catálogo da empresa). A exclusividade tem seu preço: um Deck desses sai no mínimo por 99 dólares (o preço final depende da cor escolhida). O de 105 teclas custa 149 doletas. Teclar de madrugada, enfim, pode ser divertido. Com ou sem capa.
25
Jan
2008
Estou à procura de um receptor de TV digital que funcione sob Linux, para que possa transformar o Eee PC em TV. Há uma opção: o My Cinema U3000 mini (foto) – que, como o Eee, também é da Asus e tem driver para Linux. A pegadinha: o dispositivo segue o padrão DVB, europeu. Na [...]

Estou à procura de um receptor de TV digital que funcione sob Linux, para que possa transformar o Eee PC em TV. Há uma opção: o My Cinema U3000 mini (foto) – que, como o Eee, também é da Asus e tem driver para Linux. A pegadinha: o dispositivo segue o padrão DVB, europeu. Na Inglaterra, o brinquedinho custa pouco mais de 20 libras (cerca de 40 dólares). Se fossem importados, meu palpite é que custariam aqui uns 200 reais. Mas nossa realidade é outra: temos o padrão japonês ISDB e receptores de 400 reais.
25
Jan
2008
O axioma de Vinícius – “as feias que me desculpem, mas beleza é fundamental” – não se aplica facilmente ao mercado brasileiro de PCs, que valoriza principalmente o custo. Nessa equação, os “barebones” – micros ocos com gabinete diferenciado, que devem ter sua configuração completada pelo dono – saem perdendo, mesmo que tenham propostas inovadoras. [...]

O axioma de Vinícius – “as feias que me desculpem, mas beleza é fundamental” – não se aplica facilmente ao mercado brasileiro de PCs, que valoriza principalmente o custo. Nessa equação, os “barebones” – micros ocos com gabinete diferenciado, que devem ter sua configuração completada pelo dono – saem perdendo, mesmo que tenham propostas inovadoras. Isso pode mudar com o novo modelo da Shuttle, empresa que já deu as caras por aqui, mas tão timidamente que quase ninguém notou. O novo KPC foi apresentado na Consumer Electronics Show 2008 de Las Vegas (EUA) e combina hardware barato com sistema Linux em uma caixinha vivamente decorada. O preço no varejo dessas caixinhas será de 199 dólares o micro completo (chip Celeron, 512 MB RAM, HD 60 GB) ou 99 dólares o “barebone”. Os gabinetes, em forma de cubo, virão nas cores vermelho, azul, branco e preto, sempre com um desenho estampado na frente.
25
Jan
2008
Uma notícia publicada pelo The Register dá conta de que a Asus anunciou oficialmente no Japão o início das vendas da versão Windows do mini-laptop Eee PC. É o mesmo Eee PC 4G que se encontra por aqui, só que vem com o Windows XP Home Edition instalado. Por essa razão, o modelo de lá [...]
Uma notícia publicada pelo The Register dá conta de que a Asus anunciou oficialmente no Japão o início das vendas da versão Windows d
o mini-laptop Eee PC. É o mesmo Eee PC 4G que se encontra por aqui, só que vem com o Windows XP Home Edition instalado. Por essa razão, o modelo de lá foi rebatizado de 4G-X. Além do Windows – que substitui o Xandros Linux, pré-instalado nas primeiras máquinas da Asus -, o micrinho vem com mais três diferenciais: um cartão SDHC de 4 GB de brinde, acesso livre à rede Wi-Fi da operadora de telefonia NTT (legal!) e, finalmente, o preço – o Eee PC 4G-X custa, lá, 50 mil ienes (cerca de 470 dólares).