TV Digital USB: Pen TV

Novidades na TV digital: a Polishop – essa mesma, a das propagandas da TV – começa a vender seu receptor digital USB. O Pen TV (foto) vem com antena interna (retrátil) e externa (maior, com fio extensor), funciona com Windows XP e Vista e está disponível em duas cores – branco e preto. Custa 399 [...]

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Novidades na TV digital: a Polishop – essa mesma, a das propagandas da TV – começa a vender seu receptor digital USB. O Pen TV (foto) vem com antena interna (retrátil) e externa (maior, com fio extensor), funciona com Windows XP e Vista e está disponível em duas cores – branco e preto. Custa 399 reais – mesmo preço das concorrentes.

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Brasil: 10 milhões de PCs em 2007

A notícia vem da Abinee, associação da indústria eletrônica: Quase 2 milhões de notebooks foram vendidos no Brasil em 2007. É pouco? É. Mas o número é 183% maior que o de 2006. Somando notes e desktops, o país consumiu cerca de 10 milhões de PCs. E 40% disso (3,9 milhões) foi comprado no varejo [...]

A notícia vem da Abinee, associação da indústria eletrônica: Quase 2 milhões decommodore_pet.gif notebooks foram vendidos no Brasil em 2007. É pouco? É. Mas o número é 183% maior que o de 2006. Somando notes e desktops, o país consumiu cerca de 10 milhões de PCs. E 40% disso (3,9 milhões) foi comprado no varejo – outro recorde.

Para este ano, a Abinee acredita que, de cada 3 micros vendidos, 1 seja notebook. Ou seja, haverá mais gente andando de mochila por aí.

O que pouca gente conta: as vendas mundiais de PC atingiram, em 2007, 271 milhões de unidades. Logo, o Brasil representou só 3% disso. E pensar que um dia já chegamos a 5%.

O número global veio do Gartner.

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Internet mostra uso do dinheiro público

Já faz uns dias que o assunto “cartões corporativos do governo federal” está no ar.
Para quem não sabe: trata-se de cartões de crédito emitidos pelo Banco do Brasil e que ficam nas mãos de alguns servidores públicos. A conta é paga por Brasília.
Tem um lado bacana nisso tudo: a internet. Pois foi pela rede que [...]

Já faz uns dias que o assunto “cartões corporativos do governo federal” está no ar.bag_of_money.jpg

Para quem não sabe: trata-se de cartões de crédito emitidos pelo Banco do Brasil e que ficam nas mãos de alguns servidores públicos. A conta é paga por Brasília.

Tem um lado bacana nisso tudo: a internet. Pois foi pela rede que se descobriu quanto se gasta, e em que se gasta. Tudo pelo Portal da Transparência do Governo Federal.

Minha dica: pegue 5 minutos, seja o repórter de si mesmo e vá lá. Logo na capa tem uma caixa intitulada “Consulta a gastos públicos”. Dentro dela, há uma caixinha com o nome “1. Aplicações diretas”. Clique aí.

Em seguida aparecerá outra janela, chamada “Selecione a modalidade de consulta”. Escolha a última – “Cartões de pagamento do governo federal” – e o exercício 2007. Clique em “Efetuar consulta”.

Você verá agora uma lista das repartições do Executivo. Use os links do rodapé “Anterior” e “Próxima” para ver outras repartições.

Para ver as despesas da secretária de Promoção da Igualdade Racial Matilde Ribeiro, que gastou 171 mil reais no cartão em 2007, clique em “Presidência da República”, “Presidência da República”, “Sec. Esp. de Polit. de Prom. da Iguald. Racial”, “Matilde Ribeiro”.

Mas não é só isso. Para ver um exemplo do exagero de saques automáticos pelo cartão de crédito, clique em “Ministério da Educação” e “Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás”. Clique depois em “Kelias de Oliveira”. que de 12 a 21 de setembro sacou mil reais, todo dia, em caixas eletrônicos.

É gasto de formiguinha? É. Mas o total de despesas do governo federal pagas com esses cartões de crédito atingiu 75 milhões de reais em 2007. Em 2004, esse valor era de 14 milhões.

Antes de 2004, não há valores a serem consultados.

(Uma observação: A Folha de S.Paulo lembra na edição de hoje que há 11.510 cartões em uso por servidores públicos.)

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Eee PC a 630 MHz: a Asus se manifesta (2)

Como já se sabe, o micrinho Eee PC, da Asus, tem processador Celeron de baixa voltagem e 900 MHz, mas opera “rebaixado” a 630 MHz. Perguntei inicialmente à Asus por que isso acontecia, e a resposta incluiu a frase “por segurança”.
Pois bem, quis saber que “segurança” era aquela. E não podia ser outra: segurança térmica. [...]

bonfire.jpgComo já se sabe, o micrinho Eee PC, da Asus, tem processador Celeron de baixa voltagem e 900 MHz, mas opera “rebaixado” a 630 MHz. Perguntei inicialmente à Asus por que isso acontecia, e a resposta incluiu a frase “por segurança”.

Pois bem, quis saber que “segurança” era aquela. E não podia ser outra: segurança térmica. Eis a resposta completa:

“There are 3 main reasons for this:

1) Downgrade CPU is more safety for user to use

2) This is designed for EeePC´s thermal policy

3) This will let the users have longer battery life.”

Ou seja: o “rebaixamento” faz com que o Eee PC atenda às especificações térmicas da Asus e economiza bateria do bichinho.

A mensagem termina com um “Sinto dizer que não iremos lançar uma versão de Bios que aumente a velocidade do processador para 900 MHz”.

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Quem matou o carro elétrico?

Quem gosta de carros (e mesmo quem não gosta) tem de ver “Quem matou o carro elétrico?” (2006). O documentário de Chris Paine conta a história do EV1 (foto), carro elétrico da GM lançado em 1996 e que foi recolhido do mercado em 2004. De forma inexplicável, diga-se: a GM alugava o carro e, um [...]

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Quem gosta de carros (e mesmo quem não gosta) tem de ver “Quem matou o carro elétrico?” (2006). O documentário de Chris Paine conta a história do EV1 (foto), carro elétrico da GM lançado em 1996 e que foi recolhido do mercado em 2004. De forma inexplicável, diga-se: a GM alugava o carro e, um dia, decidiu que todos os contratos seriam cancelados. O destino dos veículos? Veja a foto abaixo.
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No começo, pensei que o filme iria se resumir ao EV1. Mas o carro, mostra Paine – também ele ex-dono de um EV1 -, foi apenas a ponta de um iceberg construído sobre jogos de poder, que se desdobram até hoje. A entrevista com os atores desse jogo – governo, empresas, consumidores – não dá espaço para teorias da conspiração: quase todos foram culpados pela morte precoce do elétrico.

Curiosamente, um dos carros mais famosos hoje nos EUA é o Toyota Prius, que é híbrido. E o exemplo merece atenção. A tecnologia do EV1, ensina Paine, tinha potencial para fazer desmoronar toda uma indústria – no caso, a da distribuição dos combustíveis. Já o carro híbrido, movido a gasolina, com ajuda de um motor elétrico, não.

O preço do abandono foi alto. Paine sustenta a tese de que a timidez americana em abraçar essa tecnologia resultou na liderança japonesa do setor. Toyota e Honda já mostraram carros híbridos alimentados pela tomada, e a rapidez na evolução das baterias torna a adoção de carros elétricos uma questão de tempo.

E muito antes disso, no Brasil dos anos 80, um engenheiro paulista fabricava, com o apoio da Itaipu Binacional, carros elétricos. Mas essa é outra história, que todos sabemos como terminou.

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