Filme on-demand, em breve nos cinemas

Essa é a cara do MovieMobz – ou era, antes que a tirassem do ar hoje de manhã. Por trás do site dessa nova pontocom, ainda em fase de implantação, há uma idéia simples: permitir que os cinéfilos se reúnam em uma espécie de rede social e, a partir daí, solicitar exibições, quando e [...]

Site MovieMobz.comEssa é a cara do MovieMobz – ou era, antes que a tirassem do ar hoje de manhã. Por trás do site dessa nova pontocom, ainda em fase de implantação, há uma idéia simples: permitir que os cinéfilos se reúnam em uma espécie de rede social e, a partir daí, solicitar exibições, quando e onde quiserem, dos filmes que a MovieMobz tiver em seu catálogo.

Parece bacana: fãs de “Blade Runner” poderiam, por exemplo, rever seu filme predileto numa manhã de domingo numa das salas do Reserva Cultural, na Avenida Paulista, numa política de horário e preços alternativos.

Os exibidores, por sua vez, podem preparar sua grade de exibição com base nas demandas dos usuários, reduzindo a ociosidade das salas.

A iniciativa dá uma idéia de como a indústria do cinema vem quebrando a cabeça em busca de soluções que atendam ao público. A Saraiva, por exemplo, tentou – mas ainda não conseguiu – distribuir filmes on-line.

A iniciativa da MovieMobs vai por outro caminho. Usa a internet para criar demanda por filmes que, de outro modo, talvez nunca chegassem a ser exibidos na telona. A empresa diz que o consumidor poderá escolher entre títulos inéditos, raros ou clássicos. E não exclui documentários ou animes.

A MovieMobz tem como sócios os fundadores da Rain Networks, além de um ex-sócio da Europa Filmes. A Rain detém uma tecnologia própria de distribuição de filmes para os cinemas via satélite, com softwares que atribuem um prazo de validade aos vídeos recebidos. É esperar para ver.

(Atualizado em 29/01/08 às 23h30)

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TV digital, tecnologia para poucos

Daniel Castro conta hoje, na Folha, que a indústria estima em parcos 10 mil o número de famílias que assistem à TV digital – quase nada, se comparado com os 5,4 milhões de domicílios com TV na Grande São Paulo (o número é do Atlas de Cobertura da Rede Globo). A considerar os preços dos [...]

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Daniel Castro conta hoje, na Folha, que a indústria estima em parcos 10 mil o número de famílias que assistem à TV digital – quase nada, se comparado com os 5,4 milhões de domicílios com TV na Grande São Paulo (o número é do Atlas de Cobertura da Rede Globo). A considerar os preços dos conversores, deve ser verdade. Vi na Fnac, por exemplo, o conversor DC 2007, da Semp Toshiba, por 799 reais e pensei estar testemunhando a tão-falada “queda de preços”. Estava enganado: por esse preço, o DC 2007 oferece apenas a resolução padrão de 480 linhas, e acabo de saber que a Semp já tem outro modelo, o DC 2008H (foto), com resolução de 1.080 linhas e saída HDMI, por 1.199 reais.

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Tim Web no Eee PC: teste no Zumo

Quer saber como funciona a internet sem fio da Tim? Então confira o teste que fiz para o Zumo. E que, entre outras coisas, me ajudou a descobrir que o Eee PC se dá muito bem com o modenzinho USB Huawei, oferecido pela operadora…

Quer saber como funciona a internet sem fio da Tim? Então confira o teste que fiz para o Zumo. E que, entre outras coisas, me ajudou a descobrir que o Eee PC se dá muito bem com o modenzinho USB Huawei, oferecido pela operadora…

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Está chovendo? Mude de clima

Que a Microsoft se tornou rica e poderosa, todos sabemos. Mas eu não sabia que ela já tinha o poder de mudar o tempo… E que tinha repartido esse poder com seus usuários.

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Que a Microsoft se tornou rica e poderosa, todos sabemos. Mas eu não sabia que ela já tinha o poder de mudar o tempo… E que tinha repartido esse poder com seus usuários.

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Eee PC a 630 MHz: a Asus se manifesta

Ao comprar um Eee PC, o consumidor tem direito ao suporte técnico “vip” on-line da Asus, em inglês. Pois bem: assim que soube do “underclock” do Eee PC (chip de 900 MHz funcionando a 630 MHz), disparei um e-mail, pedindo um “patch” (contorno do problema). Eis que, passados 20 dias corridos, chega uma resposta oficial. [...]

Ao comprar um Eee PC, o consumidor tem direito ao suporte técnico “vip” on-line da Asus, em inglês. Pois bem: assim que soube do “underclock” do Eee PC (chip de 900 MHz funcionando a 630 MHz), disparei um e-mail, pedindo um “patch” (contorno do problema). Eis que, passados 20 dias corridos, chega uma resposta oficial. Que é a seguinte:

“Dear value customer,

Thank you for contacting ASUS Customer Service.

My name is Angelo and it’s my pleasure to help you with your problem.

ASUS designed this for reducing the energy and safety, so we have not any patch to fix it.

If having any problems, please don’t hesitate to let me know. Let’s discuss this issue together.”

Ou seja: a Asus projetou o “underclock” para reduzir a energia consumida e por segurança (não vá entender, pela tradução apressada, que eles queriam reduzir energia E segurança). E não pretendem mudar de idéia.

Vale lembrar, contudo, que mesmo com o underclock o micrinho se mostra bastante ágil, e cada vez me convenço mais de que o uso da memória Flash no lugar do disco rígido é um passo irreversível na construção de máquinas baratas e rápidas.

A Apple e a Intel que o digam…

Veja também: O primeiro mês de uso do Eee PC

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Quando a ciência exata vira… Arte

Dá para fazer Arte a partir de física, química e matemática? A exposição “O(s) Cinético(s)”, que o Instituto Tomie Ohtake apresenta em São Paulo, mostra mais uma vez que sim. A mostra foi concebida pelo Museu Rainha Sofia, de Madri, e reúne trabalhos europeus e latino-americanos que têm principalmente o movimento (ou a ilusão de [...]

Dá para fazer Arte a partir de física, química e matemática? A exposição “O(s) Cinético(s)”, que o Instituto Tomie Ohtake apresenta em São Paulo, mostra mais uma vez que sim. A mostra foi concebida pelo Museu Rainha Sofia, de Madri, e reúne trabalhos europeus e latino-americanos que têm principalmente o movimento (ou a ilusão de movimento) como tema.

Há um pouco de tudo – instalações, quadros, esculturas -, mas o que mais chama atenção são as obras eletromecânicas. Nessas, seus elementos têm a ajuda de motores, que não só provocam como também estabelecem relações diretas com quem as vê. Note que o movimento, às vezes, é imperceptível como o de um relógio – de repente, voltamos os olhos e as coisas já não estão no lugar em que estavam. Em outras, o jogo está em interpretar não o desenho ou objeto, mas as sombras que são projetadas a partir deles, e também os jogos cromáticos que surgem daí. Quase todos têm como referencial a geometria, ora puramente Euclidiana, ora inspirando-se nos absurdos de Escher. Uma olhada nas datas das obras permitem recuperar um pouco da história dessa forma de perceber o mundo, tão exata e ao mesmo tempo tão emocional.

A exposição é gratuita e segue de terça a domingo, das 11 às 20 horas, até 10 de fevereiro.

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