
Mais da Folha de S.Paulo de ontem, 27/01/08. O repórter Fabiano Severo entrevistou o presidente da Fiat para a América Latina e a África do Sul, Cledorvino Belini. A Folha pergunta a Belini se o acordo com a Tata vai permitir ter um carro de 2.500 dólares com a marca Fiat. A resposta: “Se você colocar os conteúdos de segurança e os de emissões, teria de custar mais”. (Hum. Gostaria de saber quanta segurança existe em um Mille básico de 23 mil reais.) E sobre as chances de o Fiat 500 (foto) circular no país: “É um nicho de mercado (…). Assim como o Beetle”. Belini disse ainda que este ano sai, no Brasil e na Argentina, a picape projetada em parceria com a Tata.



7 de March de 2008 às 10:11
Lógico que custaria mais caro, até pelas fotos já se imagina, com os acessórios que são apresnetados.