TV digital: aqui e lá

Eis que quase dois meses se passaram desde o advento da TV digital em São Paulo. E os conversores baratos, aqueles que seriam vendidos por menos de 200 reais, onde estão? Imagino a agonia da fictícia Família Silva, criada para a propaganda do governo na TV, ao ver os conversores Philips de 1.099 reais, os [...]

philco4Eis que quase dois meses se passaram desde o advento da TV digital em São Paulo. E os conversores baratos, aqueles que seriam vendidos por menos de 200 reais, onde estão? Imagino a agonia da fictícia Família Silva, criada para a propaganda do governo na TV, ao ver os conversores Philips de 1.099 reais, os da Sony de 999 reais, e os da Positivo, cujo modelo mais barato (e depenado de recursos) custa 499 reais. Sei que é chato comparar, mas nos Estados Unidos as transmissões analógicas serão encerradas já em fevereiro do ano que vem. E quem não tem dinheiro para trocar de TV? Aí é que está: a partir deste mês, cada família americana terá direito a até dois cupons de 40 dólares cada, para comprar um conversor digital. O governo de lá limitou essa ajuda a 1 bilhão de dólares, o que dá mais de 22 milhões de cupons.

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Swift: o dinheiro na velocidade da luz

Em dias que as Bolsas de Valores sobem e caem com uma velocidade estonteante, é de se lembrar que boa parte das transações financeiras internacionais passa por uma rede digital que já tem mais de 30 anos. É a Swift, sigla de Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication (portanto, nada que ver com a salsicha [...]

Em dias que as Bolsas de Valores sobem e caem com uma velocidade estonteante, é de se lembrar que boa parte das transações financeiras internacionais passa por uma rede digital que já tem mais de 30 anos. É a Swift, sigla de Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication (portanto, nada que ver com a salsicha de mesmo nome). A Swift foi criada em 1973 em Bruxelas, na Bélgica, com a missão de criar uma ligação digital padronizada entre instituições financeiras. Desde então só fez crescer: nada menos que 208 países fazem parte da rede - mais que as Nações Unidas, que têm 192 Estados associados. A média diária de tráfego é estimada em 13,7 milhões de mensagens – e é quase certo que, a cada mensagem, mais dinheiro muda de mãos pelo mundo. Mais da metade desse tráfego – 65% – tem origem na Europa; as Américas vêm em segundo, com quase 20%. Metade de tudo que passa na rede Swift corresponde a pagamentos; o mercado de títulos e ações abocanha 40%. Cada instituição financeira tem seu código BIC, que pode ser consultado lá no portal da Swift.

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“Banco Imobiliário” faz votação online

O jogo de tabuleiro “Banco Imobiliário”, cujo nome original é “Monopoly”, existe há 74 anos. E agora a Hasbro, que detém os direitos sobre o jogo, vai lançar “Monopoly Here and Now: The World Edition”, no qual as principais cidades do mundo estarão representadas nas casas do tabuleiro. A novidade é que as cidades são [...]

O jogo de tabuleiro “Banco Imobiliário”, cujo nome original é “Monopoly”, existe há 74 anos. E agora a Hasbro, que detém os direitos sobre oBanco Imobiliário - votação jogo, vai lançar “Monopoly Here and Now: The World Edition”, no qual as principais cidades do mundo estarão representadas nas casas do tabuleiro. A novidade é que as cidades são escolhidas pelos próprios jogadores, em uma eleição online. Até agora, as cinco mais votadas são Paris, Londres, Nova York, Roma e Sidney – Rio de Janeiro está em 13.o e São Paulo, especuladora por natureza, sequer aparece na lista. Injustiça…

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Notebook, a bola da vez… Dos técnicos de PC

No mínimo curiosa a decisão do G1 de comparar o prêmio da Mega-Sena de hoje ao preço do MacBook Air. Daí se conclui duas coisas: 1) o prêmio não é lá grande coisa, pois só permite comprar pouco mais de 360 notebooks Air ao preço americano (se considerarmos o preço de varejo no Brasil – [...]

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No mínimo curiosa a decisão do G1 de comparar o prêmio da Mega-Sena de hoje ao preço do MacBook Air. Daí se conclui duas coisas: 1) o prêmio não é lá grande coisa, pois só permite comprar pouco mais de 360 notebooks Air ao preço americano (se considerarmos o preço de varejo no Brasil – 7 mil reais -, esse “poder de compra” cai bastante, para 170 e tantos notebooks). 2) O notebook, que antes era sonho de consumo, está solidamente fincado na lista das possibilidades de compra das pessoas. Do que se conclui que, daqui a um ano, a demanda por reparos estará mais que aquecida. Para se ter uma idéia, na oficina em que levei o meu há fila na porta todos os dias e trabalho ininterrupto. Se eu fosse técnico de manutenção, iria correndo me especializar em portáteis…

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