Saraiva: nova data para baixar filme

Após dois dias de erros e frustrações, a Saraiva deu sinal de vida. Agora, quem tenta baixar o filme “Poder além da vida”, oferecido gratuitamente para download a clientes selecionados, encontra um aviso. A loja responsabiliza o “grande número de acessos simultâneos” pelos problemas encontrados no servidor de vídeo, e dá nova data (22 de [...]

Após dois dias de erros e frustrações, a Saraiva deu sinal de vida. Agora, quem tenta baixar o filme “Poder além da vida”, oferecido gratuitamente para download a clientes selecionados, encontra um aviso. A loja responsabiliza o “grande número de acessos simultâneos” pelos problemas encontrados no servidor de vídeo, e dá nova data (22 de janeiro, a partir das 9 horas) a partir da qual se poderá baixar o vídeo. Como forma de compensar a frustração, a data limite para assistir ao filme foi estendida para 15 de fevereiro…

Veja também: Saraiva: baixar vídeo é desafio e Saraiva testa download legal de filmes

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Counter-Strike: proibido

A se confirmar o que noticiou hoje o IDG Now!, os fãs de jogos do tipo “apontar e atirar” vão ter que procurar outro clã. Decisão da Justiça de Goiás proíbe o uso no país do jogo Counter-Strike. A medida atinge também o game Everquest, um RPG.
Embora acredite que isso vá cair por terra em [...]

A se confirmar o que noticiou hoje o IDG Now!, os fãs de jogos do tipo “apontar e atirar” vão ter que procurar outro clã. Decisão da Justiça de Goiás proíbe o uso no país do jogo Counter-Strike. A medida atinge também o game Everquest, um RPG.

Embora acredite que isso vá cair por terra em questão de dias, isso me faz lembrar uma conversa ligeira que eu e meus colegas tivemos, na redação do finado caderno “Informática” do Estadão, sobre os jogos ditos violentos. A certa altura, um dos nossos lançou a pergunta: haveria provas de que esses games realmente fazem mal aos jogadores?

No que o editor, Flávio de Carvalho, arrematou, não sem ironia: “- Ué, bem é que não faz…”

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Electronic Arts: jogo grátis, itens pagos

Pelo que leio no The New York Times, a essa hora a Electronic Arts já deve ter anunciado, em Munique, sua nova estratégia de comercialização para a franquia de jogos Battlefield. Em vez de cobrar pelo game, a EA vai distribuir seu novo game, “Battlefield Heroes“, gratuitamente pela internet. A idéia da empresa é fazer [...]

battlefield.jpgPelo que leio no The New York Times, a essa hora a Electronic Arts já deve ter anunciado, em Munique, sua nova estratégia de comercialização para a franquia de jogos Battlefield. Em vez de cobrar pelo game, a EA vai distribuir seu novo game, “Battlefield Heroes“, gratuitamente pela internet. A idéia da empresa é fazer dinheiro com transações feitas pelos jogadores para compra e troca de itens, além da venda de anúncios que serão inseridos nos cenários do jogo. O lançamento do título está agendado para o verão do Hemisfério Norte – ou seja, meados de junho. Até lá, é bom que os bancos inventem um cartão de crédito internacional para crianças e adolescentes…

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Infravermelho: um santo remédio?

Me dizem agora que a Piccadilly começa a embutir a tecnologia de Infravermelho Longo em sapatos femininos. Hum…. Nunca tinha ouvido falar nisso, mas a curiosidade me leva ao site do Caltech, o famoso instituto californiano de tecnologia, para aprender mais sobre infravermelho, que é um tipo de raio invisível e que já é usado [...]

Me dizem agora que a Piccadilly começa a embutir a tecnologia de Infravermelho Longo em sapatos femininos. Hum…. Nunca tinha ouvido falar nisso, mas a curiosidade me leva ao site do Caltech, o famoso instituto californiano de tecnologia, para aprender mais sobre infravermelho, que é um tipo de raio invisível e que já é usado há mais de uma década para transmissão de dados. A radiação infravermelha é emitida por qualquer corpo que irradia calor. Nos telescópios mais sofisticados, sensores de infravermelho permitem tirar fotos de regiões do espaço com diversos níveis de qualidade, de estrelas mais frias (Near Infrared) a planetas (Mid Infrared) e regiões centrais de galáxias (Far Infrared).

A “novidade” explorada pela Piccadilly é que o Infravermelho Longo, ou Far Infrared, é “biologicamente ativo”. A ciência confirma: segundo o estudo “Biological Activities caused by far-infrared radiation“, escrito por Shojiro Inoué e Morohiro Kabaya e publicado no International Journal of Biometeorology (Volume 33, Número 3, setembro de 1989), os raios Far Infrared provocaram aumento de temperatura em tecidos vivos, elevando a circulação sanguínea, causando “sensação de bem-estar” e até regulando o sono em pacientes insones. Os raios, cujo comprimento de onda variava de 4 a 16 milionésimos de metro, eram emitidos por um pequeno disco de cerâmica, que era aplicado em partes do corpo.

Não consegui confirmar, no entanto, todas as qualidades que a fabricante do sapato atribui ao novo produto, como a “prevenção de varizes, inchaços, inflamações e até osteoporose”. E não adianta apontar o controle remoto para o corpo quando estiver doente: o comprimento de onda desses emissores de infravermelho é de menos de 1 milionésimo de metro, já na faixa do Near Infrared (Infravermelho Curto). Melhor consultar um médico…

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De repente, meu notebook virou um MacBook Air

Tive de voltar com o notebook para a assistência. O motivo? O gravador de CD sumiu do Windows e nem o Bios o reconhece. O curioso é que só fui sentir a falta do drive quatro dias depois que fui buscar o micro. Na hora me lembrei do MacBook Air, o “driveless” – que, [...]

Tive de voltar com o notebook para a assistência. O motivo? O gravador de CD sumiu do Windows e nem o Bios o reconhece. O curioso é que só fui sentir a falta do drive quatro dias depois que fui buscar o micro. Na hora me lembrei do MacBook Air, o “driveless” – que, por design, não tem leitor de CD. A conclusão: dá, sim, para viver sem a unidade de CD – mesmo porque, antes de mandar o micro de volta para o conserto, fiz um backup completo dos documentos que lá estavam, e para isso usei um espaçoso pen drive…

A propósito desse assunto, Mario Amaya desfia seus argumentos a favor do MacBook Air e do fim do leitor de CD (descobri Amaya, bem como o preço no Brasil do Air, aqui).

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