
Esqueçam as teorias da conspiração da indústria do petróleo: os americanos já conhecem – e bem – o carro elétrico. Desde 2000 a Toyota oferece por lá o Prius, que, a bem da verdade, é híbrido – para força e velocidade, um motor a gasolina; para o anda-e-pára do trânsito, um motor elétrico. As baterias são carregadas pelo motor a gasolina, enquanto o carro anda.
Mas em 2010 isso pode mudar: Toyota e GM prometem carros com baterias de íon de lítio, que podem ser recarregadas na tomada. Como ainda não dá para ter um carro 100% elétrico, tanto o Prius 2010 como o Chevrolet Volt ainda serão híbridos.
Na versão 2008, o Prius faz mais de 20 km/litro, roda até 900 km com uma carga/tanque e preço (lá) a partir de 20 mil dólares. Parece bom, mas para os críticos isso não adianta. Afinal, a energia, lá, vem de termoelétricas a carvão e o uso de eletricidade nos carros apenas transferiria a nuvem de fuligem de um lugar para outro. Por aqui a energia elétrica pode até ser limpa. Mas com os carros a história é outra…
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