Relógio binário, o acessório que faltava

January 16th, 2010

Num tempo em que todos parecem usar as mesmas coisas, não é fácil se distinguir da multidão. Mas há alternativas – e uma delas é o relógio binário.

Este relógio chinês da marca Kalelco (hein?) se tornou o símbolo de uma pequena saga. Ele foi comprado na loja virtual Deal Extreme em 15 de outubro de 2009, pelo equivalente a 15 reais (com frete incluso, como todo produto desta loja – não me pergunte como eles conseguem).

Pois bem: ele só foi chegar ao endereço no Brasil 3 meses depois de pedido. Sinal de que a fábrica de Papai Noel na China trabalhou bastante neste Natal. Na verdade, já havíamos perdido as esperanças de recebê-lo, colocando a perda na conta da Receita Federal ou da triagem dos Correios.

Mas que nada. Ele chegou. E, ao contrário do que sugere a foto, não é pequeno. Sua caixa de aço esmaltado tem 4,3 x 4 cm, tamanho suficiente para se destacar em qualquer pulso. A correia, no entanto, é curta – de ponta a ponta, o relógio mede 23 cm, mas a distância entre o fecho e o último ajuste é de apenas 20,5 cm.

Seu design privilegia a funcionalidade – um jeito elegante de dizer que, aos olhos de muitos, é feio. Mas o que importa mesmo é que ele faz o que promete: mostra hora e data em formato binário, com LEDs que representam zeros e uns. Há outros três LEDs que indicam os períodos AM e PM e o modo calendário.

A leitura exige rapidez. Os LEDs não ficam acesos o tempo todo; só aparecem quando você aperta o botão, como um bom relógio LED. A faixa superior de luzes indica a hora; a inferior, os minutos. O painel já traz os valores de cada luz, portanto para saber a hora basta somar os valores dos LEDs acesos.

No caso acima, por exemplo, são 2 horas e 32 + 16 + 8 + 2 + 1 = 59 minutos. Note que os valores não são arbitrários: na base binária, esse número seria 111011. Lembre-se de base decimal: no número 123, o 1 representa 100, ou 1 x 10² (a primeira posição, da direita para a esquerda, é o zero). No número binário, a conta é parecida, mas com 2 em vez de 100: 10, por exemplo, representa 1 x 2¹ = 2.

As queixas em relação à encomenda são poucas, mas significativas. Primeira: não há manual. Você deve procurar as instruções de ajuste na internet – felizmente, uma alma caridosa publicou um comentário no Deal Extreme com dicas de como acertar data e hora. Segunda: a qualidade não é 100%. Embora caixa e pulseira sejam até confortáveis, nossa unidade apresentou defeito no botão Set. Ele não chegava até o contato do mecanismo do relógio, e para acertar a hora foi preciso desmontá-lo e apertar o botão literalmente na unha.

Há rumores que esse relógio faça mais do que mostrar hora e data. O Versão Zero descobriu, por exemplo, que é possível alternar as cores do LED entre vermelho e azul para data e hora (se a data é vermelha, a hora é azul, e vice-versa). Dizem que há ainda um alarme, mas não pudemos confirmar. Cronômetro? Duvidamos.

No entanto, como acessório geek/nerd, o relógio binário de 15 reais e com prazo de entrega de até 3 meses cumpre o prometido. E acredite, conhecemos mulheres que acharam o bicho até fashion. Vá entender.

Um roteador Wi-Fi que compartilha internet 3G

November 28th, 2009

D-Link DIR-451

Agora que todo mundo tem um roteador para compatilhar acesso à internet, faltava outro capaz de repartir também o acesso via modem 3G UMTS/HSDPA das operadoras de celular GSM.

Bem… Não falta mais. Graças ao DIR-451, roteador da D-Link que vem com um slot PCMCIA / PC Card onde você poderá ligar seu modenzinho 3G – aquele mesmo que você costumava usar sozinho em seu notebook.

Para ser justo, a D-Link já tinha um roteador que fazia esse serviço. Era o DIR-450, que foi lançado em 2008. Só que este funcionava apenas com redes 1xEV-DO (lembra o CDMA?). O bacana desse novo roteador é que ele funciona com os serviços de banda larga móvel das redes GSM.

Você deve estar perguntando: será que meu modem serve no DIR-451? Para saber, consulte a lista de hardware compatível, aqui.

Além da conexão wireless padrão 802.11g, há a alternativa de usar as quatro portas RJ-11 e ligar os PCs à internet por meio de cabo. Há ainda uma porta USB (*).

E, se sua preocupação é segurança, o DIR-451 oferece as proteções dos protocolos IPsec, WEP, WPA e WPA2.

O preço sugerido do roteador DIR-451 é R$ 599.

(*) Até pouco tempo, o Versão Zero não sabia para que servia exatamente essa porta USB. Alguns roteadores enxergam os pen drives espetados nela como um drive de rede. Este, no entanto, serve para outra coisa: configurar de modo automático os computadores com Windows que se conectam à rede. Segundo o manual, você pode encaixar nela um pen drive 1.1 ou 2.0 com configurações WCN (Windows Connect Now). Em alguns modelos de roteador da D-Link, como o DIR-655, você conta com a tecnologia SharePort, que permite usar a porta USB para (1) espetar um pen drive ou um HD externo de uso compartilhado; (2) dividir o acesso a uma impressora, (3) espetar um modem 3G tipo USB e (4) configurar estações via WCN. Mas as opções (1), (2) e (3) podem exigir a atualização do firmware, a instalação de softwares adicionais da D-Link, ou as duas coisas. É bom lembrar que a atualização de firmware deve ser feita com cautela e apenas quando realmente necessário.

O celular-relógio da LG

November 28th, 2009

LG Watch phone_GD910_03

Quase todo mundo – os mais velhos, pelo menos – se lembra de Dick Tracy quando vê esses celulares em forma de relógio.

Dick Tracy

Pois é. A invenção, que está há tempos à venda no Mercado Livre e nas lojas da região da Tríplice Fronteira, chega ao mercado de primeira linha com esse lançamento da LG.

O Watch Phone GD910 tem tela de 1,4 polegadas sensível ao toque e 1,39 cm de espessura, e é feito de aço inoxidável e vidro temperado.

E o que há de melhor em comparação com seus clones chineses sem marca? Bem, o GD910 é um aparelho 3G – e sua câmera de vídeo frontal permite realizar videochamadas (e isso nem Dick Tracy tinha).

Espiões de fim de semana vão gostar dos recursos. O GD910 tira fotos, grava voz e vídeos e toca música.

Foi uma boa ideia equipá-lo com Bluetooth estéreo – assim, não é preciso andar por aí com um fio ligando seu pulso às orelhas. (O fone vem com o aparelho.)

O problema? Bem, sempre há pelo menos um problema, e o do GD910 é, principalmente, o preço. Que, no caso, é de módicos R$ 2.999.

Nada que um James Bond não possa pagar, não é?

Leia também:

>> Celular de pulso, um mito que resiste

>> Celular de pulso à venda no Brasil


Seis dicas básicas para enfrentar o apagão

November 14th, 2009

apagao peq

De repente, sua casa fica sem luz. Será o fusível ou uma pane na rede de distribuição de energia de todo o país? Nada de pânico. Resgate seu velho arsenal de gadgets de alta (e de baixa tecnologia) e mantenha-se à frente da manada. Conheça o que não pode faltar num kit antiapagão.
1. Lanterna com pilhas. Não há item mais low-tech que esse, mas é o básico de qualquer kit de emergência para apagões. É mais seguro que velas e fósforo, mas ela deve ser guardada em uma gaveta ou armário que você possa encontrar facilmente no escuro. Prefira as que usam pilhas AA, que podem ser aproveitadas dos controles remotos da sala.
2. Rádio portátil com pilhas – Quando tudo o mais falha, o rádio torna-se o que sempre foi: um dos melhores e mais rápidos meios de comunicação (além da internet, claro). Um rádio portátil ligado no noticiário vai aplacar a ansiedade e fará com que todos pelo menos tenham algo para fazer em meio ao breu.
3. Telefone comum – Ok, telefones sem fio e displays que identificam a chamada são bacanas, mas quando falta luz e tudo que se quer é fazer uma chamada, os telefones comuns, que funcionam apenas com a energia fornecida pela linha telefônica e custam menos de 30 reais, são a melhor – senão a única – opção de avisar a família de que tudo está bem.
4. Celular. É o coringa do kit. Mesmo que não sirva navegar pela internet ou para completar chamadas (na noite de ontem, muitas operadoras simplesmente saíram do ar por sobrecarga ou falha de energia nas estações radiobase), um celular com rádio FM ou com TV digital poderá ao menos servir para manter-se informado.
5. Notebook com bateria carregada (total ou parcialmente). Pode ser de grande ajuda, principalmente se você tem um modem 3G (embutido ou na forma de pen drive) ou um sintonizador de TV digital. Ele lhe garantirá até quatro horas de entretenimento e de informação, até que a luz volte ou que você caia no sono – o que ocorre primeiro.
6. Sintonizador de TV digital (em forma de pen drive USB). A baixa resolução desses sintonizadores de 150 reais já foi muito criticada, mas é numa emergência que se descobre o valor do aparelhinho. Mesmo no escuro, pudemos assistir ao jornal da TV e aos programas de fim de noite, como fazíamos na época em que tínhamos fornecimento regular de eletricidade.

De repente, sua casa fica sem luz. Será o fusível ou uma pane na rede de distribuição de energia de todo o país? Nada de pânico. Resgate seu velho arsenal de gadgets de alta (e de baixa tecnologia) e mantenha-se à frente da manada. Conheça o que não pode faltar num kit antiapagão.

1. Lanterna com pilhas. Não há item mais low-tech que esse, mas é o básico de qualquer kit de emergência para apagões. É mais seguro que velas e fósforo, mas ela deve ser guardada em uma gaveta ou armário que você possa encontrar facilmente no escuro. Prefira as que usam pilhas AA, que podem ser aproveitadas dos controles remotos da sala.

2. Rádio portátil com pilhas. Quando tudo o mais falha, o rádio torna-se o que sempre foi: um dos melhores e mais rápidos meios de comunicação (além da internet, claro). Um rádio portátil ligado no noticiário vai aplacar a ansiedade e fará com que todos pelo menos tenham algo para fazer em meio ao breu.

3. Telefone comum. Ok, telefones sem fio e displays que identificam a chamada são bacanas, mas quando falta luz e tudo que se quer é fazer uma chamada, os telefones comuns, que funcionam apenas com a energia fornecida pela linha telefônica e custam menos de 30 reais, são a melhor – senão a única – opção de avisar a família de que tudo está bem.

4. Celular. É o coringa do kit. Mesmo que não sirva navegar pela internet ou para completar chamadas (na noite de ontem, muitas operadoras simplesmente saíram do ar por sobrecarga ou falha de energia nas estações radiobase), um celular com rádio FM ou com TV digital poderá ao menos servir para manter-se informado.

5. Notebook com bateria carregada (total ou parcialmente). Pode ser de grande ajuda, principalmente se você tem um modem 3G (embutido ou na forma de pen drive) ou um sintonizador de TV digital. Ele lhe garantirá até quatro horas de entretenimento e de informação, até que a luz volte ou que você caia no sono – o que ocorre primeiro.

6. Sintonizador de TV digital (em forma de pen drive USB). A baixa resolução desses sintonizadores de 150 reais já foi muito criticada, mas é numa emergência que se descobre o valor do aparelhinho. Mesmo no escuro, pudemos assistir ao jornal da TV e aos programas de fim de noite, como fazíamos na época em que tínhamos fornecimento regular de eletricidade.

Caneta tabuada, mais um gadget low-tech

November 14th, 2009

caneta tabuada peq

Lápis tabuada é coisa de lamer. Já existe a caneta tabuada, a mais recente maravilha do mundo low-tech. Esta aqui foi comprada por mísero 1 real num vagão de trem da CPTM de São Paulo (onde mais?) e substitui com vantagens a versão impressa, que era vendida com o curioso nome de “Tabuada 2008″ (oxalá a versão 2009 nunca venha a sair).

Instrumento didático dos mais valiosos, ela tem a vantagem de não ter seu valor diminuído ao longo do uso, como acontece com o lápis tabuada depois de apontado sucessivas vezes. Só não é o par perfeito para a caneta tabela periódica porque ambas têm tinta azul – ei fabricantes, que tal oferecerem opção de cores?

Leia também:

>> Caneta calendário já era. Vem aí a caneta recado

>> Caneta calendário, um gadget low-tech

BenQ Joybook Lite: mais um netbook na praça

October 30th, 2009

benq joybook U102_45_lowimage

De tão populares, os netbooks estão até na lista de prêmios dos programas de auditório da TV. E as opções não param de aumentar. O mais recente lançamento vem da BenQ: é o Joybook Lite U102.

Por dentro, o Joybook é bem parecido com o que há por aí. Processador Atom (N270 ou N280), tela de 10,2 polegadas, disco de 160 Gbytes, webcam integrada, Wi-Fi e outras amenidades. Mas há de se destacar a tela, uma LED com resolução de 1.024 x 600 pixels, o peso – 1 kg – e a opção de vir com um modem 3G.

benq joybook U102__left_lowimage

As limitações ficam por conta da memória de 1 Gbyte e do Windows XP como sistema pré-instalado. E da bateria de 3 células (que, segundo a BenQ, garante 3 horas e meia de uso).

Quanto ao preço, a BenQ sugere R$ 1.199. O produto é distribuído por All Nations, Mazer, Aldo e Houter e deverá chegar em breve ao varejo das principais cidades do Brasil.

benq joybook U102_front_lowimage

Pen drive da Extralife vem com músicas de O Rappa

October 26th, 2009

extralife pendrive rappa pq
Como se diferenciar num mercado tão competitivo como o de pen drives? Para a Extralife, a receita é a criatividade.

Em parceria com a gravadora Warner, ela acaba de lançar um pen drive com 5 músicas da banda O Rappa. A embalagem tem forma de blister e traz o nome do grupo em destaque. No pen drive, de 4 Gbytes, há 5 músicas do álbum “7 Vezes”, mais um making of do álbum e 4 papéis de parede para o PC.

Você pode até não gostar de O Rappa. Mas, diante de 2 pen drives com preços semelhantes, qual você levaria? O vazio ou o com conteúdo? Taí um caso em que a criatividade fez a diferença. O pen drive pode ser encontrado em diversas lojas – em São Paulo, uma delas é a Fotoplan. A conferir.

TV LCD da Lenoxx, a tela fina para copa e cozinha

October 23rd, 2009

lenoxx tv lcd 7

TV de tela fina é bacana na sala, mas que opções temos para assistir à novela na cozinha? Uma opção é a TV650, da Lenoxx. O aparelho tem tela de 7 polegadas e capta o sinal analógico da TV (que, no Brasil, ainda vai funcionar por pelo menos 10 anos). Como se não bastasse, ela ainda pode servir como monitor de videogames ou de micros antigos graças a sua entrada A/V.

A descrição diz que também funciona como monitor de vídeo, mas dificilmente alguém irá querer usá-la deste jeito (a não ser para testes). O preço da TV650 na loja virtual Saraiva é R$ 399, mas com desconto por sair por R$ 349.

LG Sm@rt GW550: um smartphone para as massas?

October 22nd, 2009

lg gw550 pequeno
Até o fim deste mês a operadora Tim promete vender os primeiros GW550, novo smart phone da LG. E a um preço bacana: 899 reais é o sugerido pelo fabricante. Portanto, espera-se que, com os planos de dados, o custo inicial de aquisição caia ainda mais.

E o que você leva para casa? Um smart phone compacto, com sistema Windows Mobile 6.5, câmera de 3,1 Mpixels (e outra câmera para videoconferência), e um bem sacado serviço de Push Email na faixa (cortesia da LG).

Quer mais? Ele também tem Wi-Fi, GPS e Bluetooth 2.0.

O GW550 pode não chamar tanta atenção como aqueles smart phones de enormes telas touch screen, e sua pequena tela não facilita em nada a navegação na internet. Mas que tem tudo para dar conta do recado no dia-a-dia, lá isso tem…

Teste: console chinês revive era de ouro do Mega Drive

October 9th, 2009

etime 1 kit

Quem cresceu nos anos 90 diante de um Sega Saturn Genesis (Mega Drive, no Brasil) tem uma opção atual de matar as saudades: o E-time Game Play, um videogame portátil, alimentado a pilhas e que carrega jogos a partir de um cartão de memória SD.

O Game Play é mais um daqueles eletrônicos chineses ditos “genéricos”, com acabamento simples e documentação escassa. Este exemplar, encomendado pelo Versão Zero no site Deal Extreme, custou US$ 21,98 (frete incluso) e levou cerca de 30 dias para chegar.

A documentação, como dissemos, é bastante resumida. A caixa veio com 3 folhetos – 2 em chinês e 1 em inglês. Eles nos dizem o que queremos saber: como formatar o SD e como carregar e selecionar os jogos.

etime 2 memoria

O primeiro aviso é que o cartão deve ter no máximo 4 Gbytes e a formatação deve ser FAT ou FAT32 – ou seja, não lê NTFS.

O segundo aviso é que os jogos – na verdade, imagens .rom que você terá de obter na internet – devem ser gravados numa pasta chamada “game”, no diretório raiz do cartão.

O console liga-se à TV por um par de cabos AV. Sua alimentação vem de 3 (por que 3?) pilhas do tipo AA – preferimos usar as recarregáveis, por comodidade. Para ligá-lo há um interruptor do lado esquerdo.

etime 3 carga

Assim que o console é ligado, aparece na TV uma lista com os jogos na memória do console. Pressione o botão B e você verá os jogos gravados na pasta Game do cartão SD.

Usamos o botão direcional para escolher o jogo a ser carregado. Toques para cima e para baixo fazem correr a lista; um toque para a direita selecionará o jogo, e um segundo toque vai copiá-lo para a memória do console.

A partir daí, basta pressionar novamente B para ver a lista dos jogos na memória, e Start para carregá-lo. Pronto – aqueles velhos jogos do Mega Drive já podem ser jogados de novo.

etime 4 tela

O controle em si não é ruim. Os botões são macios e respondem bem. Para os jogos que podem ser jogados em dupla, há um conector, do lado direito, para um segundo controle.

O volume do jogo pode ser controlado pressionando-se as teclas Select + Direcional Up/Down, e o menu de seleção de games (para “troca de cartucho”) aparece quando se pressiona Select + Start por mais de 2 segundos.

etime 5 pilhas

O encaixe do cartão SD é por mola, o que facilita a remoção. Detalhe: você terá que arranjar cartão e pilhas, pois a caixa do brinquedo só traz o console, o cabo AV (que é fixo) e os folhetos/manuais.

O uso de pilhas traz um problema: quando começam a ficar fracas, o videogame pode desligar sozinho. Algo frustrante para quem passou meia hora jogando Sonic ou Megaman… Não há como usar um alimentador AC, portanto o jeito é se acostumar com a ideia de que aquele recorde poderá ser perdido a qualquer momento.

Para matar a saudade, o E-time Game Play até que serve. Ainda não sabemos se é realmente durável, uma dúvida que acompanha todo aparelho chinês genérico. Também não é para amadores, pois será preciso vasculhar a internet em busca dos arquivos de jogos.

Em tempo: a licenciada Sega no Brasil, a Tec Toy, vende diversos consoles com jogos do Mega Drive na memória – um deles, o MD Play, tem tela LCD de 2,8″ e usa cartões com jogos (sem no entanto permitir download da internet). Custam mais caro, mas têm garantia e podem ser comprados em diversas lojas de brinquedos e em magazines virtuais.